Ilustrada no Pop

 

 

Ainda verdes?

A pergunta que se impõe é a seguinte: um Green Day disfarçado (com outro visual, outro nome, outro som) é menos Green Day? Não decidi se gostei, em suma.

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 22h40

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Boas da semana

Boas da semana

Jogo rápido.

sexta-feira: tem Renato Cohen e Snoop na noite Circuito, no Clash; tem a Caravana da Coragem no Vegas, com Database, Magal, Hero Zero e outros; tem a banda FireFriend na Funhouse; tem a banda carioca Do Amor, na festa Brasa, no Berlin; e, muito recomendados, os eletrônicos Max Tundra e Adventure mais o neo-folk Lesser Gonzales Alvarez no projeto I-Nova, que inaugura o novo endereço do Studio SP, agora na r. Augusta, 591.

sábado: o Glória recebe Asad Rizvi na festa Infinita, com Minima e Renato Lopes; tem tecno do sueco Aril Brikha no Vegas, junto com Magal e André Juliani.

 

Escrito por Thiago Ney às 19h03

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50 centavos em 1950

Vocês viram que a chapa andou quente pros lados do 50 Cent, né? Bom, numa notícia não-relacionada, um DJ com mau gosto para nome artístico fez um projeto que, na teoria, parece interessante - pegou a base de clássicos da década de 1950 (e alguns da década seguinte) e tacou em cima a falação do rapper em suas músicas. Por exemplo, "Son of a Preacher Man", da Dusty Springfield, misturada com "If I Can't" do 50 Cent.

Digo "na teoria" porque, na prática, eu não consegui ouvir o raio do disco - baixei, mas não consegui abrir o arquivo. Se alguém conseguir, me avisa se presta!

 

Backcover

 

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 20h30

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Database remexe Edu K

Eles não erram.

                                          Apu Gomes/Folha Imagem

Vá ao MySpace e ouça o que o Database já fez com "Galaxy of the Lost", do Lightspeed Champion, com "Drugs In My Body", do Thieves Like Us, com "URA Fever", do Kills, com "French Winter", deles mesmos. E, principalmente, ouça o incrível remix de "Turn Your Love Around", do George Benson.

Agora Lucio Morais e Yuri Chix colocaram as mãos em "Me Bota Pra Dançar", faixa do Edu K que tem vocal da Marina Vello. Pra dançar.

O Database lança o EP "Loading Now" no dia 3 de junho, pelo novo selo Maximize, e poderá ser encontrado no Beatport, Juno, Napster etc. O disco terá quatro faixas: "French Smile", "1985", "Funky Train" e "Itstortion". A festa de lançamento do disco rola também em 3 de junho, no D-Edge.

Escrito por Thiago Ney às 14h36

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Black Kids e o refrão

A música está longe de ser ruim, mas "Hurricane Jane" é o seu refrão. "It's friday night and I ain't got nobody/ Oh, what's the use of making a bed?/ I took something and it feels like karate/ it's kicked me down and left me for dead/ It's friday night and I ain't got nobody/ so what's the use of pulling a shape?/ I put what I want, when I want, in my body/ I'm never gonna give what I take."

Não apenas o refrão, mas toda "Hurricane Jane" está abaixo:

Faz um tempão que o Black Kids é bastante ouvido e comentado, mas a banda da Flórida ainda nem lançou o disco de estréia; "Partie Traumatic" sai, veja só, apenas no início de julho. "Hurricane Jane" estará no álbum, assim como a "velha", mas ainda ótima, "I'm Not Gonna Teach Your Boyfriend How to Dance with You". No Coachella deste ano, das bandas novas, Black Kids e MGMT fizeram os shows mais legais e concorridos.

E "Hurricane Jane" vai ganhar remix do Twelves. A dupla carioca já remixou "I'm Not Gonna Teach Your Boyfriend...", num resultado sensacional: disco, pop, house, dançante.

O Black Kids ouviu o remix, adorou e pediu outro. A versão do Twelves para "Hurricane Jane", como informa o Fabio nos comentários, já foi tocada pelo Zane Lowe na Radio 1.

Escrito por Thiago Ney às 13h59

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MSTRKRFT essencial

Eles iriam tocar no Skol Beats do ano passado, mas não conseguiram embarcar de Buenos Aires pra São Paulo e furaram a data no festival. Enquanto a gente espera alguém trazê-los, dá pra gastar duas belas horas ouvindo o MSTRKRFT na Radio 1. A dupla canadense é a convidada do Essential Mix da semana passada. Set maximal até o talo, mas temperado com groove e com faixas bem variadas, dá pra encontrar até umas linhas de funk e disco.

********

Não sei se isso já foi falado, mas a banda que faltava no line-up do Motomix é o Metric, da ótima Emily Haines (que também é do Broken Social Scene). O Metric no Coachella deste ano:

O Motomix rola em 28 de junho, no pq. Ibirapuera, em São Paulo, com entrada gratuita. Terá ainda Go! Team e Fujiya & Miyagi.

Escrito por Thiago Ney às 19h47

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Digitalism, Justice e o Skol Beats

Está no MySpace: o Digitalism tocará no Skol Beats deste ano, que rola em 27 de setembro, em local a ser definido em São Paulo. Os organizadores do festival não confirmam. Dizem que tanto o Digitalism quanto os outros 13 artistas que entraram na lista final de votação do evento estão apenas "agendados" para a data. O que acontece, eles dizem, é o seguinte: o Skol Beats deste ano terá a escalação escolhida pelo público. Num fórum aberto, foram discutidos diversos nomes para o festival. Desses nomes, a organização pegou 14. Desses 14, o público escolherá sete, que se apresentarão no evento. A votação acontece entre esta quarta (28 de maio) e 8 de junho, pelo site www.skolbeats.com.br. (Os nomes nacionais serão escolhidos por votação, entre 10 e 29 de junho.) A lista com os 14 nomes internacionais está abaixo:

2ManyDJs (Bélgica)
Agoria (França)
Armin Van Buuren (Holanda)
Digitalism (Alemanha)
Dillinja (Inglaterra)
Dubfire (EUA)
Fergie (Irlanda)
Justice (França)
Makoto (Japão)
Markus Schulz (Alemanha)
Menno de Jong (Holanda)
Pendulum (Austrália)
Sebastian Ingrosso (Suécia)
Steve Angello (Suécia)

Segundo os organizadores, todos esses nomes estão "agendados". Mas apenas sete vão tocar no Skol Beats.

 

Escrito por Thiago Ney às 17h27

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Different Stroke

 

O que temos a comentar sobre o novo disco solo de Albert Hammond, Jr.?

1) se você vai fazer gracinha no título, pelo menos podia acertar na gramática; aliás, a onda do momento, pelo visto, é título em espanhol

2) o primeiro single, "GfC", já está audível on-line

3) julgando pelo disco anterior, quando o rapaz mais acerta, fica parecendo Strokes:

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 19h08

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Como salvar a indústria da música

Num dos blogs da "Wired": um estudo sobre hábitos dos consumidores de música no Reino Unido, conduzido pelos pesquisadores do The Leading Question em parceria com os especialistas do Music Ally, chegou à conclusão já redundante de tão óbvia: "Os modelos de negócio precisam mudar radicalmente se a indústria da música quiser ter qualquer chance de parar a queda nas vendas".

Mas os especialistas mataram a cobra e mostraram o pau: indicaram as cinco principais mudanças que as gravadoras precisam adotar para ter algum futuro.

1. A música precisa estar ligada a outros produtos e pacotes de entretenimento: há várias maneiras de se criar valor além da simples venda de downloads de faixas/discos. A música precisa ser mais um serviço do que um produto: deve vir acoplada aos equipamentos, vendida em pacotes de assinatura de celular, oferecida como parte de pacotes de TV ou provedores de acesso

2. As gravadoras precisam experimentar novos cronogramas e formatos de lançamento: o velho modelo de single e álbum já era. Os selos precisam ser mais inovadores, observando experiências como as do Radiohead, Nine Inch Nails e Prince, experimentando novos e variados formatos, novos modelos de preço, lançamentos apenas digitais e parcerias promocionais com marcas

3. Grátis não significa sem lucro: a indústria da música não deve temer o "grátis", mas abraça-lo. A cultura da internet é da gratuidade ou pelo menos um sentimento de que as coisas são gratuitas. Mas é possível fazer dinheiro por outras fontes, desde anúncios on-line até marcas pagando para se associar aos artistas e jornais/revistas pagando para distribuir CDs em suas edições

4. Mudem as paradas de sucessos: as paradas (rankings, charts, whatever) não fazem mais sentido. Com cada vez menos gente comprando música, os rankings precisam refletir as outras maneiras pelas quais as pessoas estão consumindo música

5. Confie no DJ: qualquer um pode encontrar on-line toda a coleção de discos do John Peel, mas essa disponibilidade massiva e instantânea de música só faz com que um guia confiável como o John Peel seja cada vez mais necessário

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 17h45

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Boas da semana

Boas da semana

Smartbiz Party - A agência apresenta seus novos (e nem tão novos) contratados: Database, Bo$$ in Drama, Nego Moçambique, Fabrizio Marinelli, Turbo Trio, Spavieri... Vegas (r. Augusta, 765, Consolação; tel. 0/xx/11/3231-3705); quarta, a partir das 24h; de R$ 20 a R$ 25

Funhell - Electro-rock-pop-disco com Fabricio Miranda, Marcelo Fubah e show do Mono4. Funhouse (r. Bela Cintra, 567, Consolação; tel. 0/xx/11/3259-3793); quarta, a partir das 23h; R$ 10

Gang Bang - "Festa para adúlteros", diz o flyer. No som: Ronaldo Evangelista, Dani Arrais, Farinha e Mauricio Fleury. Astronete (r. Matias Aires, 183, Consolação, São Paulo; tel. 0/xx/11/3151-4568); quarta, a partir das 24h; R$ 5

Peligro - Com show do Contra Fluxo, que, segundo o Barrela (o dono da festa), tem "beats grandiosos, rima afiada e clima positivo". Milo (r. Minas Gerais, 203, Higienópolis, São Paulo; tel. 0/xx/11/3257-2033); quinta, a partir das 23h; R$ 10

Paul Kalkbrenner - O alemão de minimal faz live PA acompanhado por Magal, Pil Marques e Marcelo VOR. Clash (r. Barra Funda, 969, Barra Funda; tel. 0/xx/11/3661-1500); sexta, a partir das 24h; de R$ 30 a R$ 45 (mulher entra de graça até 1h)

SP Underground - O grupo do Mauricio Takara e do Guilherme Granado lança o segundo disco e, por tabela, encerra o Studio SP na Vila Madalena (o clube muda pra r. Augusta na semana que vem). Studio SP (r. Inácio Pereira da Rocha, 170, Vila Madalena; tel. 0/xx/11/3817-5425); sábado, a partir das 23h; de R$ 15 a R$ 25

Clickbox - A ótima dupla de tecno lança disco por sub-selo da Minus. D-Edge (al. Olga, 170, Barra Funda; tel. 0/xx/11/3666-9022); sábado, a partir das 24h; de R$ 30 a R$ 40

Crew - O núcleo de festas arma noite com Larry Tee, Database e outros nomes legais. Glória (r. 13 de Maio, 830, Bela Vista, São Paulo; tel. 0/xx/11/3287-3700); sábado, a partir das 23h30; de R$ 20 a R$ 40

Escrito por Thiago Ney às 15h12

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O delicioso electro-pop de Ladyhawke

"Paris Is Burning". "Paris Is Burning".

Poucos casamentos são tão perfeitos quanto o de uma voz feminina sexy com uma bela linha de sintetizador. Essa união é exemplar nas faixas de Ladyhawke, uma neozelandesa de 26 anos que também atende por Pip Brown.

Ladyhawke começou a se envolver com música aos 11 anos, inspirada pelo padrasto (um baterista de jazz) e pela mãe (cantora). Ela começou tocando bateria, mas aos 14 enjoou e aprendeu a mexer em guitarra, baixo e sintetizador. Montou uma banda e não deu certo. Montou outra, Teenager, com um amigo australiano, e depois desistiu. Fã de música pop dos anos 1970 e 1980, ela decidiu criar o Ladyhawke para "recriar o tipo de atmosfera de canções dos anos 70 e 80", usando sintetizadores antigos e riffs de guitarra. Pip Brown, então, dava forma a Ladyhawke.

Ela começou a aparecer quando emprestou o vocal à banda australiana Pnau (na faixa "Embrace"). Neste ano, veio seu primeiro grande single, "Back of the Van", um lindo dream-synth-pop que tem um vídeo breguíssimo.

"Back of the Van" ganhou remixes do Mock & Toof, do Van She e um recomendadíssimo do Fred Falke:

Ladyhawke lança o próximo single, a ótima "Paris Is Burning", em 30 de junho, pela Modular. "My heart is yearning, but Paris is burning/ Paris is burning all night long/ My heart is dreaming, but Paris is screaming/ Paris is screaming all night long", diz o pegajoso refrão.

Se no original "Paris Is Burning" é um pop redondo, a faixa ganha roupagem de pista no remix de Alex Gopher (Gopher tocava numa banda chamada Orange, que tinha como integrantes os dois caras do Air e o Etienne de Crécy; depois, dedicando-se exclusivamente à eletrônica, tornou-se um dos principais nomes da french house). Gopher pegou "Paris Is Burning", turbinou os synths, colocou efeitos aqui e ali e manteve o vocal. Pra não dizer que o remix é perfeito, na parte final ele joga aqueles synths sujos maximalistas que já poderiam estar esquecidos...

Já está em turnê, e está escalada para tocar na antenada festa Durrr, em Londres; no Glastonbury; no Melt (Alemanha); no Bestival... Ladyhawke está afiada. Sem trocadilho, claro...

Escrito por Thiago Ney às 22h56

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Simpatia é quase amor

Olha as figuras que me aparecem (Yanto Laitano é o nome desse):

"Eu sou um cara que trabalhou com musica erudita de vanguarda por muito tempo. Fiz graduação e mestrado em musica na UFRGS, gravei e produzi varios CDs, apresentei composições minhas na America do Sul, Europa e Estados Unidos.

Escrevi maluquices, como musica para vozes somente com sons de cães, usando a clássica estrutura de forma sonata, ou musica pra piano tocada com luvas de boxe. Também escrevi música eletrônica para theremin e para instrumentos de cozinha. Sempre na linha da música erudita "cômica".

Bueno, mas eu estou escrevendo porque, em um belo dia, fiquei de saco cheio de musica erudita e, entao, voltei pro rock (que era o que eu fazia antes). Eu toco piano e canto minhas canções sobre amor e existencialismo. É rock sem guitarras (piano, baixo e bateria - as vezes uso meu theremin).

Agora estou lançando um single na internet. Chama-se "Eu nao sou daqui" e esta no www.myspace.com/yantolaitano . Entao convido vcs pra darem uma olhada por lá. Depois, se quiserem, me digam o que acharam.

Abraços desde Porto Alegre !

Yanto Laitano"

E vocês não sabem: a parada presta! Essa "Eu Não Sou Daqui", pelo menos ("Meu Amor" também é legal). Já o povo latindo e ouivando eu passo.

Num outro e-mail, Ronaldo, o Evangelista - que anda tocando o projeto Cedo e Sentado no Studio SP (que vai da Vila Mada pra r. Augusta em breve) - fala sobre a única pochete que presta: Pochete Set, que toca lá na quinta (22/05); ouça "Louca Partilha" e diz se não vale ver.

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 16h10

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New pollution

O primeiro single do novo Beck, "Chemtrails", já me deixando meio preocupado com o que vem por aí no "Modern Guilt"

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 15h29

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Me vendo mesmo, ainda dou recibo e ninguém tem nada com isso

"É uma das principais maneiras de fazer com que nossa música seja ouvida e, portanto, é estúpido que os artistas tenham vergonha disso."

Santogold, falando sobre a faixa que ela gravou com Julian Casablancas (Strokes) e Pharrell Williams para um comercial dos tênis Converse.

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 17h44

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Amigo punk

Acabo de voltar do Sesc Pompéia (sempre um bom lugar para achar shows bons e baratos), onde fui ver Wander Wildner e sus Comancheros lançarem "La Cancion Inesperada". WW, como sabem os que o conhecem, já provou há tempos que não é apenas mais uma carinha bonita no cenário do rock nacional. Sua mistura de brega, punk, música gaúcha e portuñol é bastante divertida, ele é uma figura carismática e bagaceira. Ali no fim da década de 90, começo do século 21, assisti a uma série de shows do cidadão nos mais diversos lugares (do Rio a São Leopoldo) e nas mais diversas condições (de banquinho e violão à banda completa).

Desde então, nunca mais tinha visto Wander no palco. A partir do que vi quinta à noite, fiquei com a impressão de que ele parou no tempo, lá naquela fase do fim dos anos 90, começo do século 21. A maior parte das músicas do show são velhas de guerra ("Empregada", "Bebendo Vinho", "Eu Tenho uma Camiseta Escrita Eu te Amo" etc.), ainda que algumas estejam com seus andamentos modificados - com resultados mistos, aliás ("Sandina", por exemplo, ficou bem pior, "Hippie-punk-rajneesh" ficou bem melhor). O show continua divertido, o público gosta, canta junto, mas o que o sustenta são as velhas canções e covers variadas (e equivocadas, como a de "Amigo Punk", da Graforréia, aparentemente o primeiro single do novo disco). O Wander que produzia pérolas aos quilos, entre "Baladas Sangrentas" (1995) e "Eu Sou Feio... Mas Sou Bonito" (2001), aparentemente ficou lá pra atrás.

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 23h28

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Banda Larga Cordel

Já ouvistes o que vosso ministro da Cultura anda fazendo?

Com vocês, "Banda Larga Cordel", o próximo disco de Gil, lançado primeiro em streaming e, mês que vem, em CD físico. Estou começando a ouvir e, até onde fui (a regravação de "Formosa", de Baden e Vinicius), o disco vai bem, muito bem.

"Despedida de Solteira"

"Os Pais"

"Não Grude Não"

"Formosa"

"Samba de Los Angeles"

"La Renaissance Africaine"

"Olho Mágico"

"Não tenho medo da morte"

"Amor de Carnaval"

"A Faca e o Queijo"

"Gueixa no Tatame"

"Outros Viram"

"Cano"

"Máquina de Ritmo"

"Banda Larga Cordel"

"O oco do mundo"

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 19h23

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Tesouro da humanidade

"Thriller", aquele disco daquele rapaz que já foi negro, subiu mais um degrau no caminho da imortalidade (depois de ser o mais vendido de todos os tempos, de ser encenado por presos filipinos etc. e tal): foi adicionado hoje ao National Recording Registry do Congresso dos EUA, a coleção de gravações históricas que ficam arquivadas para a posteridade por serem "culturalmente, historicamente ou esteticamente significativas", um lugar mais freqüentado por discursos de ex-presidentes e políticos em geral. Quem também entrou na lista foi "Head Hunters", de Herbie Hancock, uma viagem de jazz fusion que é um dos mais vendidos do gênero em todos os tempos.

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 18h21

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With Blazers

Um dos blogs prediletos deste espaço, o With Lasers mudou de endereço.
E por falar no With Lasers, a Ellen Page, estrela de "Juno", filme que o Paulo Terron recebeu com entusiasmo único, é a convidada do "Saturday Night Live" do próximo sábado (17 de maio, às 23h, no canal Sony). "Saturday Night Live" é sempre legal, ainda mais com a Ellen Page e com o Wilco como convidado musical.

Escrito por Thiago Ney às 21h51

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O velho Nick

Nick Cave lançou um dos grandes álbuns do ano, "Dig, Lazarus, Dig!!!", em abril. Nick Cave melhora com o tempo. Não que ele já não fosse bom; veja abaixo a clássica "Deanna", em show recente no Hammersmith Apollo, em Londres.

Escrito por Thiago Ney às 18h39

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O recorde de "GTA 4"

O "Grand Theft Auto 4" tornou-se o game que mais faturou na primeira semana de lançamento e um dos produtos de entretenimento mais bem-sucedidos comercialmente. O "GTA 4" saiu nos EUA e na Europa em 29 de abril, e na primeira semana arrecadou US$ 310 milhões com a venda de 3,6 milhões de games. Outro game blockbuster, "Halo 3", gerou US$ 170 mi (mas aqui apenas no dia do lançamento).

Escrito por Thiago Ney às 16h50

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Aqui e ali

O texto a respeito do circuito de festivais brasileiros rendeu certa repercussão, principalmente sobre a questão que envolve os independentes. Muita gente manda e-mails elogiando os pontos abordados; muitos reclamam, dizem que o dinheiro estatal e dos governos é benéfico para esses eventos, que trariam alternativas de cultura a várias cidades brasileiras, além de visibilidade a bandas que não contam com nenhum apoio. Um dos que comentam o assunto é Fernando Rosa, do site Senhor F.

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Enquanto rola a discussão, ouço "Keep Cooler" e "Glicerina Dreaming", excelentes faixas da banda brasiliense Nancy que já estão há algum tempo no MySpace deles. O Nancy iria ao South by Souhtwest, no Texas, mas, por problemas no visto, adiaram a viagem para o segundo semestre. No final de abril, o grupo fez show no Studio SP.

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Por falar em SXSW, o festival abrigou o Atlas Sound, banda-projeto do Bradford Cox, que também pode ser visto no Deerhunter. Usando poucos elementos (se fosse dance music talvez chamassem de minimal...), o Atlas Sound cria texturas e atmosferas de alcance múltiplo. O Deerhunter é que, parece, já está quase virando a banda-projeto do Bradford Cox... Veja por quê:

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O folk está em todas. Mallu Magalhães, diz o Lúcio, causa catarse em Cuiabá; outro dia rolou em SP a Folk This Town, com Continental Combo e, em edição anterior, com a Stephanie Toth; sem falar no Vanguart, que mostra o melhor show do Brasil no próximo final de semana, em Araçatuba (dia 17) e em Ribeirão Preto (dia 18), dentro da Virada Cultural Paulista. Conor Oberst, como já dizia o Be My Head, estará dentro do projeto Solitude, junto com a lenda-indie Calvin Johnson. Segundo a Popload, o festival rola em julho.

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Na dance music, não paro de ouvir as produções e remixes do Database. No MySpace deles dá para pescar, além do remix de "Galaxy of the Lost", do Lightspeed Champion, a ótima "French Winter". E outra: pode ser que role uma faixa produzida pela trinca Database + Bo$$ in Drama + The Twelves. Separados, os três são f**as. E hoje, terça, 13 de maio, rola Crew no D-Edge. Database, Roots Rock Revolution, Rebel DJs e vááááários outros estarão lá.

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O Clickbox, dupla formada por Pedro Turra e Marcos A.S., lança "Espaço e Tempo" nesta quarta (14 de maio). O disco sai pelo Items & Things, sub-selo da Minus, de Richie Hawtin, Troy Pierce, Marc Houle etc. O som do Clickbox passa pelo minimal, house e pelo tecno puro; há muito groove e linhas de synths aplicadas com cuidado e criatividade. No dia 24/5, haverá festa de lançamento de "Espaço e Tempo" no D-Edge, em SP. O disco poderá ser comprado pelo www.beatport.com.

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Ouvi de um produtor argentino: "O Raconteurs tocará, no Brasil, no mesmo festival em que estarão Jesus & Mary Chain e Bloc Party". Traduzindo do portunhol: Planeta Terra, 8 de novembro. Já um dos produtores do festival brasileiro me disse que há a negociação, mas que o Raconteurs ainda não está fechado.

Escrito por Thiago Ney às 15h26

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Stars of CCTV

Uma idéia muito boa, para uma música nem tanto: a banda britânica The Get Out Clause saiu tocando em frente às incontáveis câmeras de vigilância que transformam Londres num verdadeiro Big Brother (tem em táxis, ônibus e, é claro, em tudo que é rua, viela etc.). Depois, pediu as imagens legalmente, se valendo do Data Protection Act, e fez esse videoclipe:

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 14h24

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Teoria da dependência

Hoje saiu um texto na edição impressa da Ilustrada sobre o circuito de festivais de música do Brasil. Algumas pessoas me mandaram e-mail perguntando se não poderia colocar esse texto aqui, já que elas não têm acesso ao conteúdo da Folha no UOL. O texto segue abaixo.

O modelo de organização dos grandes shows no Brasil (particularmente o do circuito de festivais) é dependente. Dependente de eventos corporativos e dependente de dinheiro público.
Empresas de cerveja, de refrigerante, de celulares, de telefonia celular, portais de internet, enfim, empresas de todo o tipo (uma fabricante de pneus organizará um evento de jazz e world music em São Paulo, em junho...) não apenas emprestam o nome a um festival, como empurram sem parcimônia sua parafernália de marketing no ambiente do evento, criando uma concorrência com as próprias atrações artísticas.
Festivais corporativos existem no mundo inteiro. Mas, no Brasil, a ação das empresas é muito mais agressiva. Lá fora, na Escócia, há o T in the Park; na Inglaterra, o V Festival. O primeiro é bancado pela Tennents, marca de bebidas; o segundo, pela companhia Virgin. O nome das empresas é associado com discrição; os locais não são invadidos por merchandising abusivos. Bem diferente do que acontece por aqui.
Um outro efeito desse modelo de negócio é que o Brasil virou o paraíso dos cachês. Os produtores de shows buscam os mesmos artistas, e aí entram em uma espécie de leilão.
Os preços vão lá para cima e forma-se um ciclo: as bandas sabem que no Brasil paga-se cachês milionários; os únicos que podem pagar esses cachês são os festivais corporativos; assim, essas bandas só vêm ao Brasil para tocar em festivais corporativos. O Kaiser Chiefs estava em disputa. Fechou com o Planeta Terra.

***

Aí olhamos para o outro lado, o dos festivais "independentes". Não dá para chamar de "independente" um circuito de festivais que depende de dinheiro público para existir. Como acontece no cinema nacional, em que os filmes são bancados por leis de incentivo e não há a menor preocupação com bilheteria, os festivais "independentes" beneficiam-se de um edital da Petrobras que goteja até R$ 250 mil na mão dos produtores de cada evento.
Uma das "contrapartidas" exigidas pela Petrobras é que esses eventos tenham como finalidade "divulgar a música brasileira" e as cenas locais. Não entendo como pode haver divulgação da música brasileira quando esses eventos escalam bandas gringas de terceiro escalão ou grupos europeus de heavy metal cuja relevância artística é quase nula. E aqui ocorre mais uma anomalia.
Bandas indies péssimas, que não tocariam nem em matinês de pubs londrinos, arranjam lugares confortáveis nesses eventos devido à "brodagem" entre produtores de festivais, músicos, blogueiros etc. Triste.

Escrito por Thiago Ney às 14h35

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Radiohead - crítica

Sabe o show do Radiohead cujos vídeos estão aí embaixo? Ben Ratliff, do "New York Times", viu. Olha só o que ele achou (em tradução do Paulo Migliacci):

"O Radiohead fez a primeira apresentação de sua turnê pelos Estados Unidos no Cruzan Amphitheater, em West Palm Beach, na noite de segunda-feira, e não havia ninguém bronzeado no palco. “Passamos os últimos três dias em Miami Beach”, disse Thom Yorke, o vocalista da banda, com uma expressão incrédula. “O que acontece lá? Alguma espécie de reconstrução. Por uma vez senti orgulho de ser branco, pálido e inglês”.

Parecia que ele estava falando sobre cirurgia plástica, algo que ele previsivelmente reprova. Em “House of Cards”, uma canção recente do Radioheads, um verso diz que “a infra-estrutura desabará”. Talvez eles estejam falando sobre casamentos instáveis; sobre estradas e pontes; sobre corpos humanos e os acréscimos que lhes são feitos. Afinal, do que não trata uma canção do Radiohead, ainda que por extensão? As letras de Yorke tendem a começar introspectivas, com uma dor ou sensação de medo específica, e depois se expandem em direção a imagens perturbadoras, vaticínios e previsões de uma nova era glacial, furacões, violência.

A música do Radiohead também parece ampla, muitas vezes, abrangente, não específica, uma correnteza cada vez mais caudalosa de harmonia entre três guitarras e textura rítmica que atinge picos de doçura ou repulsa e decai. Em algum ponto desse espectro, possivelmente, existe algo de que você vai gostar. Os membros do grupo são músicos da condição humana; são universalistas.

Mas o show da segunda-feira foi muito local, de diversas maneiras. Comparativamente contido, o Radiohead executou 24 canções em duas horas, e voltou duas vezes para o bis. As músicas foram bem tocadas -10 novas canções, e a maioria das demais selecionadas do primeiro disco de grandes sucessos da banda, que sai no mês que vem pela Capitol (sem a aprovação do Radiohead, que trocou de gravadora). As canções eram encerradas subitamente, com pausas rápidas e ligeiramente tensas de uma a outra. Yorke cantava de dentro da música, como é seu costume, com uma voz semelhante a um instrumento de cordas que ele misturava ao conjunto cuidadosamente, movendo a cabeça de um lado para outro. Mas ele raramente se deixou submergir de todo.

Era um show preparatório. Os loops e as maquinações digitais de Jonny Greenwood não pareciam especialmente atraentes, e o grupo parece ter encontrado problemas ao tocar “Weird Flashes/Arpeggi”, uma das faixas mais fortes de “In Rainbows”, seu mais recente álbum, usando o ritmo firme de Phil Selway como uma espécie de viga-mestra. A banda fez uma pausa de cerca de 20 segundos, e depois recomeçou, do meio. (“É claro que não ensaiamos esta aqui o bastante”, disse Yorke ao final, com um sotaque brincalhão de sargento.)

Havia colunas de luzes coloridas sobre a banda, o que fazia parecer que uma espécie de chuva listrada estava caindo, ocasionalmente. As telas de vídeo se dividiam em cinco partes e ofereciam vistas frontais e laterais dos membros da banda, que muitas vezes pareciam pequeninos em meio a toda a pirotecnia que os cercava.

A última turnê do Radiohead aconteceu dois anos atrás, o que não é um intervalo longo, para algumas bandas. Mas a essa altura, a demora parece ter sido prolongada demais, para o grupo. O público respondeu com imensa alegria a “In Rainbows”, lançado no ano passado sob um novo sistema que permite ao ouvinte pagar o que quiser pelo disco. Quando o guitarrista Ed O’Brien começou a bater palmas durante “15 Step”, uma das canções de “In Rainbows”, ele olhou para o lado e gesticulou pedindo que a platéia não batesse palmas com ele. Mas os espectadores começaram a acompanhar mesmo assim.

Alguma catarse foi enfim propiciada no bis de meia hora, com a mistura de três guitarras em “Optimistic” e o dueto acústico entre Yorke e Greenwood em “Faust Arp”, com suas imagens entrópicas sobre marchas forçadas e a burocracia da existência:

“Esprema os tubos e garrafas vazias

E agradeça, agradeça

É isso que você sente agora

O que você devia”.

(York disse, do palco, que a música foi composta em cinco minutos, mas a letra demorou um ano e meio.)

Por fim, em “House Cards”, a sombria e desafiadora versão de Yorke para o que poderia ser uma canção de amor, acompanhada pelo slide líquido e sujo da guitarra de Greenwood, tensão e beleza pareciam ter encontrado seu equilíbrio."

Escrito por Thiago Ney às 21h18

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"The model"

Agyness Deyn tem 25 anos e há algum tempo está sendo classificada como "a nova Kate Moss". Por ser inglesa, por vir de família classe média, por ter pinta de quem não está nem aí para nada, por ser (claro) linda e porque adora rock. Foi descoberta aos 18 anos, e hoje estampa campanhas Giorgio Armani e Burberry. Ah, e ela namora o Josh Hubbard, dos Paddingtons. Pois Deyn estrela e canta em clipe de "Who", da banda Five O' Clock Heroes. Veja abaixo.

Mais da Agyness Deyn, aqui ao lado de um integrante do Peta.

 

Escrito por Thiago Ney às 18h04

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Imagem do dia

Ambos vestidos de Marc Jacobs, Jack White e a mulher, a top model Karen Elson, em abertura de mostra no Metropolitan, em Nova York.

Fonte: revista Glamour

 

Escrito por Thiago Ney às 17h40

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Inteligência artificial determina preços

Nada como viver numa época de transformação, em que ninguém sabe muito bem onde as coisas vão parar: a Warner Music anunciou hoje que vai botar em prática mais uma tentativa de manter seu negócio (a venda de música) ativo na era da internet - um programa de inteligência artificial que, a partir da análise de vários dados, aumenta ou diminui o preço das canções vendidas on-line. Como explica a "Wired":

"Nos últimos cinco anos, as gravadoras têm jogado pelas regras de Steve Jobs, vendendo suas músicas digitalmente por 99 centavos de dólar em uma larga variedade de lojas virtuais. Jobs prefere a simplicidade da estrutura de preços de 0,99, mas algumas gravadoras prefeririam determinar o preço das canções de acordo com uma escala que levasse em conta popularidade e outros fatores.

O projeto Digonex [que a Warner põe em teste este mês] reúne dados de vendas em tempo real, analisa comportamento de compradores e estabelece novos preços que combinem a demanda dos consumidores com o potencial do mercado."

A "Billboard" completa: "Ao contrário da crença popular, não é um simples caso de aumentar os preços dos mais vendidos e reduzir os preços dos encalhados. Em alguns casos, o programa recomenda diminuir o preço de um álbum que esteja vendendo bem para aumentar ainda mais as vendas e lucrar com o aumento de volume."

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 19h58

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Chama os amigos

Não importa se vocês chamam de pebolim ou de totó: eis aqui a melhor mesa do jogo, para dois times de 11 jogadores!

E seja aí ou em qualquer campo, não tem erro: Obina é artilheiro!

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 17h56

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Sandy na pista

Melhor coisa do dia. No blog do Camilo, dá pra ouvir "Scandal", faixa do novo disco do Crossover Live, projeto do DJ Julio Torres. A música tem no vocal ninguém menos do que Sandy. E não é por nada, mas a melhor coisa da música é a voz da Sandy... Ouça aqui.

 

Escrito por Thiago Ney às 17h31

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Radiohead na estrada

Na segunda (dia 5 de maio) começou a nova turnê do Radiohead. O primeiro show foi num anfiteatro em West Palm Beach, na Flórida.

O set-list:

"All I Need"
"Bodysnatchers"
"There There"
"Reckoner"
"The Gloaming"
"Morning Bell"
"Nude"
"How to Disappear Completely"
"15 Step"
"Weird Fishes/Arpeggi"
"Idioteque"
"Bullet Proof..I Wish I Was"
"Where I End and You Begin"
"Airbag"
"Everything In Its Right Place"
"The National Anthem"
"Videotape"

Bis

"Optimistic"
"Just"
"Faust Arp"
"Exit Music (For a Film)"
"Bangers & Mash"

Bis

"House of Cards"
"Street Spirit (Fade Out)"

Abaixo, alguns vídeos do show.

"There There"

 

"Reckoner"

 

"Idioteque"

 

"Optimistic"

 

E a que fechou o show, "Street Spirit"

Escrito por Thiago Ney às 16h38

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The Go! Team no Motomix

O sexteto de rock-rap-electro The Go! Team vai ser anunciado oficialmente como uma das atrações do Motomix, festival que rola no parque Ibirapuera, em São Paulo, em 28 de junho. A banda britânica vem para substituir a dupla canadense Chromeo, que cancelou turnê sul-americana por motivos particulares. O Go! Team é projeto do multiinstrumentista Ian Parton, que tenta com o grupo dar vida à idéia de conceber uma banda que misturasse rock com cartoon com rap com bom humor com efeitos eletrônicos. A vocalista da banda é a figuraça Ninja, filha de pai nigeriano e que é dona de um gás invejável no palco. Em 2007, lançaram o segundo disco, "Proof of Youth".

Além do Go! Team, o Motomix já anunciou o trio inglês de eletrônica Fujiya & Miyagi. Ainda falta uma banda gringa.

Escrito por Thiago Ney às 01h21

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Trilha ideal

Listas, listas, quem consegue resistir a elas?

A CNN fez uma esses dias: os 9 melhores casamentos de música e cena de filme. Tem obviedades como "Born to Be Wild" na abertura de "Sem Destino" e "Stuck in the Middle with You" enquanto mr. Blonde tortura o sujeito em "Cães de Aluguel". Mas tem coisas bacanas também, a melhor delas a menção da cena da tentativa de suicídio de "Os Excêntricos Tenenbaums" ao som de "Needle in the Hay", do Elliot Smith. Que Tarantino que nada, Wes Anderson é o cara na hora das trilhas! (ok, sem exageros, o Tarantino é fera também).

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 23h05

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Pizzarelli de graça

O jazz dificilmente aparece por aqui, mas não custa nada dar o toque. John Pizzarelli faz shows em São Paulo nesta semana, nos dias 7 e 8 de maio, no Bourbon Street. Surgiu agora a info que o cantor e guitarrista faz também um pocket-show na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na quinta-feira (8 de maio), às 13 horas, com entrada gratuita.

Escrito por Thiago Ney às 20h22

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Gui Boratto em eleição do Beatport

Já há algum tempo o Beatport tornou-se boa fonte tanto para comprar como para saber o que está rolando na dance music. O site abriu ao público votação para escolher os "melhores do ano". Saiu o resultado, e o brasileiro Gui Boratto aparece em segundo em duas categorias: "artista de eletrônica" (o ganhador foi Trentemoller) e "artista de tecno" (em primeiro, Dubfire). Eleições de melhores de alguma coisa sempre são curiosas e tal, mas com gente que transita entre vários gêneros, como Deadmau5, Dubfire, Modeselektor e mesmo Gui Boratto, é meio estranho fazer votação a partir de categorias tão rígidas como "artista de breakbeat", "artista de tech-house", "artista de electro"...

Escrito por Thiago Ney às 19h18

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Aula de produção

Aparentemente, Steve Albini é viciado em pôquer. Deve andar meio solitário também, porque entrou num fórum de jogadores e se ofereceu, do nada, para responder a perguntas sobre sua profissão. O resultado é bastante instrutivo para aprender sobre o mercado de música e o trabalho em estúdio - isso, é claro, partindo do pressuposto de que é ele mesmo (e parece ser, de fato). Fora as curiosidades, como a banda com os melhores instrumentistas (Jesus Lizard) e com os piores (Urge Overkill) com quem ele já trabalhou, a opinião dele sobre o "In Utero" e o Nirvana e a lista do que ele considera seus melhores trabalhos, a saber:

The Jesus Lizard, Goat
PJ Harvey Rid of Me
the Breeders Pod and Title TK
Nina Nastasia the Blackened Air
Silkworm Lifestyle or Italian Platinum
Palace/Will Oldham Viva Last Blues or Arise Therefore
 

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 14h53

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Pac Man explicado

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 14h38

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Para o fim de semana

Tudo neste vídeo faz sentido. O nome da faixa, "Life After Sundown", a fotografia em preto-e-branco, a dancinha na rua, o estiloso sapato branco... E a música do Glass Candy, das melhores coisas que apareceram no pop nos últimos anos.

Escrito por Thiago Ney às 15h01

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iDance...

Soulja Boy, rapper norte-americano cuja "Crank That" chegou ao topo da parada dos EUA e que recentemente se meteu em briga envolvendo LeBron James, astro da NBA, tem novo single na praça. O nome? "iDance". Sim, tudo junto, e não "I Dance". E o disco novo dele chama "iSouljaBoy"... Veja abaixo a "iDance".

Escrito por Thiago Ney às 14h48

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