Satanique Samba Trio - Samba, rock, satanismo, macumba. Berlin (r. Cônego Vicente Miguel Marino, 85, Barra Funda, São Paulo; tel. 0/xx/11/3392-4594); sexta, a partir das 23h; R$ 5
Dibaba- DJ da Gigolo de nome ótimo e electro-tecno tão bom quanto; e ainda tem Digitaria e Twelves. Clash (r. Barra Funda, 969, Barra Funda, SP; tel. 0/xx/11/3661-1500); sexta, a partir das 24h; de R$ 10 a R$ 60
Freak Chic - Tem o set old-school da Leiloca Pantoja. D-Edge (al. Olga, 170, Barra Funda, SP; tel. 0/xx/11/3666-9022); sexta, a partir das 23h30; de R$ 30 a R$ 35
Metric/Go! Team/Fujiya & Miyagi/Nancy- Pra ver sentado na grama do Ibirapuera. Motomix (parque Ibirapuera, SP); sábado, a partir das 15h; grátis
Technasia/Renato Cohen - Cohen e Technasia ao vivo. Sério... Clash (r. Barra Funda, 969, Barra Funda; SP; tel. 0/xx/11/3661-1500); sábado, a partir das 24h; de R$ 30 a R$ 40
Máfia- Tem o argentino Udolph, o André Juliani e a Ana Flávia. Vegas (r. Augusta, 765, Consolação, São Paulo; tel. 0/xx/11/3231-3705); sábado, a partir das 23h30; de R$ 30 a R$ 35
Mothership - Noite de minimal com o canadense Jeff Milligan (Algorithm). D-Edge (al. Olga, 170, Barra Funda, SP; tel. 0/xx/11/3666-9022); sábado, a partir das 23h30; de R$ 30 a R$ 50
Sunday Away - Para estender o fim de semana, com Roots Rock Revolution, Spavieri e outros. Vegas (r. Augusta, 765, Consolação, São Paulo; tel. 0/xx/11/3231-3705); domingo, a partir das 20h; de R$ 10 a R$ 20
Grind - Festa especial com o lançamento do livro que biografa a histórica noite. Alôca (r. Frei Caneca, 916, Consolação, SP; tel. 0/xx/11/3159-8889); domingo, a partir das 19h; R$ 25
Dono do hit "Bohemian Like You", o grupo americano Dandy Warhols está escalado para o festival Indie Rock, que acontece no Rio de Janeiro e em São Paulo. Serão quatro bandas internacionais: Dandy Warhols, Late of the Pier (banda nova inglesa cujo disco de estréia foi produzido pelo Erol Alkan; ouça a ótima "Bathroom Gurgle") e outras duas a serem definidas (o Vampire Weekend, que estava nos planos, não vem mais). E quatro bandas nacionais: Mombojó, Macaco Bong e outras duas a definir.
Nas duas cidades, as bandas serão divididas em dois dias. O Indie Rock acontece nos dias 28 e 29 de agosto no Canecão, no Rio; e nos dias 29 e 30 de agosto no Citibank Hall, em São Paulo.
**No site do Futureheads, a banda diz que toca no festival (em 29 de agosto, no Rio, e em 30 de agosto, em SP).
"Orphans" e "Gamma Ray", já me deixando mais animado em relação a "Modern Guilt" do que "Chemtrails", a que vazou antes. A faixa-título, aí embaixo, também parece animadinha.
Os organizadores do Tim Festival confirmaram o que já era comentado por aí: Klaxons e Gossip estarão no evento deste ano, que rola em outubro em São Paulo, Rio e Vitória. Além das duas bandas, foram oficialmente escalados o mito jazzístico Sonny Rollins e, também de jazz, a cantora Stacey Kent. Extra-oficialmente, o Tim deve receber ainda Gogol Bordello, MGMT (segundo o Lúcio) e Leonard Cohen.
O Muse é das bandas mais curiosas do rock britânico. Não apenas porque se coloca à parte dos grupos que seguem a linha Oasis (britpop), Libertines (punk-pop) ou Coldplay (baladas), mas porque o vocalista, Matt Bellamy, é louco por teorias de conspiração e assuntos como vida em outros planetas ("Knights of Cydonia", épico do último álbum da banda, faz referência a Cydonia, região de Marte que possui formações rochosas que seriam pirâmides semelhantes às existentes no Egito, além de uma que lembra uma face humana).
O Muse vem ao Brasil pela primeira vez. Fará shows no Rio (30 de julho), São Paulo (31 de julho) e Brasília (2 de agosto). Matt Bellamy conversou por telefone com a Ilustrada. A entrevista, em que Bellamy comenta comparações com o Radiohead, fala sobre a aparente complexidade das músicas da banda, entre outros assuntos, será publicada daqui a alguns dias na edição impressa do caderno. Abaixo, segue o trecho em que ele dá um exemplo de suas teorias.
Miguel Lopes/EFE Matt Bellamy, durante show do Muse no Rock in Rio Lisboa, no início de junho
"Vivemos numa época em que definitivamente estamos sob alguns tipos de controles. Não sou tão familiar quanto à situação nos EUA, mas na Europa já há ferramentas que monitoram com exatidão onde as pessoas estão, para onde vão viajar, por meio de chips em passaportes, por exemplo. Acho que é só uma questão de tempo até começarem a introduzir microchips nos corpos de humanos. Podem achar isso ridículo, mas sei que já estão fazendo experimentos do tipo nos EUA. Há 20 anos talvez dissessem que isso seria impossível de acontecer, mas já está acontecendo. A escola, a mídia, são instituições que exercem influência nas crianças e jovens. Deveríamos ter liberdade para criamos nossa própria identidade. (...) Os microchips terão todas as suas informações relacionadas à saúde, finanças, escolaridade, saberão se você cometeu algum tipo de crime... Estão reduzindo a humanidade a algo que possa ser facilmente manipulado, e isso é uma vergonha. Muita gente pode dizer que se você não fez nada errado, não tem nada a temer. Essa é uma posição ingênua, pois há muita corrupção nos níveis governamentais e das grandes corporações, e se você der muito poder a essas organizações, as consequências serão terríveis."
Thiago Ney, 35, trabalhou no Notícias Populares entre 1997 e 2000. Está no caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, desde 2001.
Marco Aurélio Canônico, 31, está na Folha de S.Paulo desde 2005. Foi repórter da Ilustrada, correspondente da Folha em Londres e, desde fevereiro de 2009, edita o Folhateen
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