...ao Lollapalooza, mais uma coisinha. A segunda edição do Häagen-Dazs Mix Music. O festival acontece na Vila dos Ipês (av. Mofarrej, 1.505; Vila Leopoldina), em São Paulo, em 1º de novembro. A escalação:
Uffie (vocalista da Ed Banger) Feadz (DJ da Ed Banger) A-Trak (habilidoso DJ que acompanha o Kanye West em turnês) DJ set de dois integrantes do VHS or Beta (banda de disco-punk) além dos brasileiros Database, Diogo Accioly e Laico.
O primeiro lote de ingressos deve começar a ser vendido no início de setembro. Custará R$ 80 (feminino) e R$ 100 (masculino) e inclui bebida gratuita.
Opa. Voltei! Quer dizer, mais ou menos. Minhas parcas férias terminam nesta sexta, mas também nesta sexta começa o Lollapalooza e, a trabalho (é verdade...), estarei lá, pra ver Radiohead, MGMT, National, Kanye West, Nine Inch Nails, CSS, Ting Tings e mais um monte de gente. Já o Marco Aurélio está, novamente, de folga. Portanto, este blog deve voltar a ser atualizado daquele jeito frenético com que você está acostumado a partir de quinta (talvez) ou sexta (provavelmente).
Pra não dizer que não tenho nada hoje, peguei há pouco a escalação do Eletronika, festival que acontece em BH entre 28 e 31 de agosto. Os locais são o Palácio das Artes e o Roxy Club. Veja como está:
QUINTA-FEIRA 28/8
Grande Teatro
21h - Fernanda Takai com participação especial de Maki Nomiya (da banda Pizzicatto Five)
22h30 - Vanguart
Cine Humberto Mauro
10h, 13h30, 15h, 17h, 19h e 21h - Imagem dos Povos Mostra internacional Audiovisual
Sala Mari'Stela Tristão
19h - Ciclo de Debates: "Imagens do Japão Contemporâneo"
SEXTA-FEIRA 29/8
Grande Teatro
22h – Curumin
23h30 - Instituto apresenta "Racional", de Tim Maia
Sala João Ceschiati
19h30 - Guizado (SP)
20h30 - PexbaA (BH)
21h30 - M. Takara (SP)
Cine Humberto Mauro
10h, 13h30, 15h, 17h, 19h e 21h - Imagem dos Povos Mostra internacional Audiovisual
Sala Mari'Stela Tristão
19h - Ciclo de Debates: "Japão Pop: Mangá e Anime"
Eletronika Club @ Roxy Club
The Twelves
Database
Lucy & The Popsonics
SABADO30/8
Grande Teatro
21h - Mallu Magalhães (SP)
22h30 - Hurtmold, com participação especial de Paulo Santos (Uakti)
24h - Asobi Seksu (EUA)
Sala João Ceschiati
18h - Monno
19h - Macaco Bong
20h - Pop Armada
Cine Humberto Mauro
10h, 13h30, 15h, 17h, 19h e 21h - Imagem dos Povos Mostra internacional Audiovisual
Sala Mari'Stela Tristão
16h - Ciclo de Debates: "Imagens da Amazônia Contemporânea"
DOMINGO 31/8
Cine Humberto Mauro
10h, 13h30, 15h, 17h, 19h e 21h - Imagem dos Povos Mostra internacional Audiovisual
A revista "Rolling Stone" não precisa de apresentação (nem sua versão brasileira, suponho). Com mais de 40 anos de jornalismo de música (mas não só) no maior país do mundo, a publicação teve acesso a vários episódios e personagens cruciais da história cultural das últimas décadas. E retrata parte dessa história no livro "As Melhores Entrevistas da Rolling Stone", que vai ser lançado pela Larousse na Bienal do Livro, em São Paulo (14 a 24 de agosto).
Eu li a versão original e acho o livro bom, recomendável (ainda que eu não tenha visto como ficou a tradução). Os entrevistados são muitos e muito variados (de Truman Capote a Axl Rose, de Jack Nicholson a Bono, de George Lucas a John Lennon), e algumas das entrevistas tornaram-se históricas - o livro tem, por exemplo, a célebre conversa com Kurt Cobain, em janeiro de 1994, quando ele disse que, ao fazer "Smells Like Teen Spirit", "estava tentando escrever a canção pop definitiva. Estava, basicamente, tentando imitar o Pixies. Tenho que admitir."
Uma coisa que, ocasionalmente, pesa contra o livro é que parte das entrevistas traz um recorte pontual no tempo, é centrada em um período específico; isso é algo que acontece com entrevistas em geral, é claro, mas quando você tem acesso facilitado aos personagens (como é o caso da "Rolling Stone"), acontece com mais freqüência - afinal, se você vai falar com Mick Jagger pela milésima vez, não precisa (nem deve) retomar a carreira do cara por completo, pode tratar dos assuntos mais quentes do momento da entrevista, se concentrar em coisas mais pontuais. Isso tira o caráter enciclopédico da entrevista, esse lado de repassar a história etc., que é parte importante, principalmente para quem não é conhecedor da vida de certos personagens. De qualquer modo, é um mal menor, até porque boa parte dos entrevistados não caberiam mesmo em uma única entrevista.
"O rapper e produtor americano Kanye West é a 11ª atração confirmada para a sexta edição do TIM Festival, que acontece este ano na segunda quinzena de outubro nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória. Kanye trará ao país o seu show Glow in the dark, saudado pela crítica norte-americana como um dos melhores já produzidos nesta década."
Não conheço muito de Kanye West, o que já dá uma certa curiosidade pra ir conferir. De qualquer modo, estou achando este Tim meio assim-assim até agora, em comparação com os de anos recentes - dos já confirmados, só o Gossip me anima mesmo, até porque eu já vi o que o trio faz ao vivo e gostei. Mas, enfim, vamos ver. De repente MGMT e National são impressionantes.
O recém-divulgado trailer de "Watchmen" não me empolgou, mas pelo menos me fez dar o benefício da dúvida a Zack Snyder - até então, eu tinha certeza absoluta que ele ia acabar com a obra de Alan Moore, como fez com a de Frank Miller; vendo o trailer, reduzi um pouco meu pessimismo (pelo menos o Dr. Manhattan, que, se fosse feito errado, mataria a história de saída, me parece ter ficado ok).
Mas aí, só pra lembrar que não dá pra ficar muito otimista, Snyder revela que está convidando para a trilha sonora o My Chemical Romance, para fazer uma cover de Bob Dylan - "Gerard Way [vocalista] é um cara superfantástico e um músico extraordinário, então estamos tentando trabalhar com eles em uma canção para os créditos finais. Uma cover de 'Desolation Row', ou algo assim."
Como havíamos antecipado, a Trama cumpre sua promessa e está colocando "Donkey", o novo disco do CSS, de graça na rede, dentro do projeto Álbum Virtual, acessível só para IPs brasileiros.
Ok, o disco já tinha vazado na rede (como todos), mas isso não tira o mérito da idéia de João Marcello Bôscoli (e, de resto, é um download legal). Depois dos álbuns de Tom Zé e do Macaco Bong, o novo do Cansei é um lançamento de peso para o projeto (independentemente do que se pensa sobre a banda) e pode apontar um caminho de sucesso, com esse esquema de patrocínio de grandes empresas (no caso do CSS, a Volkswagen está bancando os downloads gratuitos).
A colega de Ilustrada Raquel Cozer foi quem me avisou: "Girlfriend", de Avril Lavigne, acabou de passar o já lendário "Evolution of Dance" como o vídeo mais visto de todos os tempos no YouTube (93.522.390 views and counting...).
O "Guardian" dá a dimensão do fenômeno: graças a essa visibilidade toda no YouTube, a loirinha faturou US$ 2 milhões, só com anúncios ligados ao vídeo de "Girlfriend" (e isso já tirando a parte da grana que cabe ao próprio YouTube). Isso tudo em um ano, desde que a gravadora dela botou o vídeo oficialmente no site.
Enquanto isso, boa parte da indústria ainda segue lamentando o dinheiro "perdido" com a internet e tentando combatê-la...
Quem me explica a inacreditável (e inaceitável, inimaginável, intolerável etc.) resistência da música da década de 80 nos dias de hoje?
A primeira onda saudosista, ali pelo começo deste século, eu consigo entender. A mistura de saudosismo da infância/adolescência com a descoberta daquilo tudo por um público novo, que gerou festas como a Ploc e a Trash 80's, é algo de que se pode gostar ou não, mas que teve certa lógica (comercial, inclusive), como evento pontual.
Agora, às portas dos anos 2010, olha o que está chegando por aqui:
Caixa com todos os discos do RPM, mais "remixes e raridades" e DVD com show da turnê "Rádio Pirata" e programas da Globo
DVD "Pra Sempre Cazuza", com apresentações em programas da Globo e antecipando a caixa com todos os discos solos do cantor
Vocalistas que não se cansam de correr atrás de influências diversas, a anglo-cingalesa MIA e a norte-americana Santogold foram reunidas numa mesma faixa. A culpa é da dupla britânica Radioclit. Johan Karlberg and Etienne Tron começaram a ficar conhecidos alguns anos atrás, quando apresentavam um programa de rádio de Londres. Hoje são requisitados produtores; já remixaram Brodinski, Shit Disco e Bonde do Rolê. Nos seus sets encontra-se house, electro, grime, Baltimore club, funk e outras coisas que fazem rebolar. O fato é que o Radioclit chamou a MIA e a Santogold pra cantarem em "Get It Up". Só lembrando que MIA lançou "Kala", um dos mais criativos álbuns do ano passado, enquanto Santogold colocou nas lojas, há pouco, seu disco de estréia, homônimo. "Get It Up" tem um climão meio dark, com muita percussão pesada e um grave forte. Ouça aqui.
Chris Cornell, ex-Soundgarden, ex-Audioslave e uma das grandes vozes do rock dos anos 90, se une ao ultra-mega-hiper-pop-deu-pra-ti Timbaland e comete "Long Gone" - o título deve se referir a onde anda a qualidade na produção solo do rapaz. Uma versão completa da música está aqui, para os corajosos.
Em compensação, o também "tô em todas" Diplo se une à Santogold e faz bonito com o clássico "Guns of Brixton", do Clash, criando "Guns of Brooklyn" (não se assuste, não é a música que abre no MySpace, tem que selecionar ela na lista!) em clima dub, me lembrando da grande Sister Nancy.
Quinta-feira teve Conor Oberst no Studio SP. Como é legal ir num show de artista de médio porte, num lugar apropriado e com som decente... O Studio SP estava cheio, mas não lotado e, com um público que o venerava, Conor subiu ao palco vestindo blusa com capuz. Foi o primeiro show da turnê de seu novo disco, "Conor Oberst" (ele vai a Porto Alegre, Santiago, Buenos Aires e, depois, Europa e EUA). Mas a base do show foram as faixas do Bright Eyes, sua banda "oficial". Conor é comumente comparado a Bob Dylan, provavelmente porque a raiz de suas composições é o cancioneiro folk americano. Mas, ao vivo, ele mostra um lado quase punk (ao dedilhar violão e guitarra com agressividade). Acompanhado por um baterista e por um (ótimo) tecladista (que também fazia intervenções com trumpete), Conor conduziu o show unindo a energia de sua guitarra e a amargura/doçura de certas canções. Em certo momento, quando fica sozinho com o violão, o ritmo cai bastante, e ele torna-se um cantor qualquer de folk. No bis, volta com a banda e, simpático, chama Stephanie Toth, a ex-cantora de 16 anos (agora ela tem 17) que fez o show de abertura, para um dueto. Uma noite excelente, com um dos mais criativos cantores do folk-rock americano.
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Não ouvi ainda o novo disco do Primal Scream, apenas a faixa "Love to Hurt (You Love to be Hurt)", que tem participação da Lovefoxxx (Cansei de Ser Sexy). É um Primal Scream bem mais promissor do que aquele do disco anterior, que tentava recriar, sem muito sucesso, um rock sujo baseado em guitarra. "Love to Hurt" tem uma base eletrônica de tom grave e as vozes de Bobby Gillespie e Lovefoxxx fazem belo contraponto, aparecendo quase sussurradas. Lembra o Primal Scream do dark "Vanishing Point".
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Remix do dia: "One Pure Tought", do Hot Chip, por Supermayer. Superpitcher + Michael Mayer passam longe do minimal chato; criam um clima alegre, com um grave que dá a cadência da faixa e com bem-vindas quebras de ritmo.
Está na rede "Wild International", a primeira faixa do One Day as a Lion, o projeto solo de Zack de La Rocha, vocalista do Rage Against the Machine, com Jon Theodore, ex-baterista do Mars Volta, cujo disco foi mixado pelo brasileiro Mario Caldato Jr.
É boa a música, mas pede a pergunta: não é o tipo de coisa que de la Rocha poderia ter gravado no Rage?
A dica veio de Alcino Leite Neto, editor de Moda da Folha, editor do site Trópico e homem sempre bem informado:
"Vocês já deram matéria sobre a Nneka, cantora nigeriana que estuda antropologia em Hamburgo e está sendo considerada a nova Lauryn Hill? Ela é ótima, e mais divertida que a Hill, achei."
De fato, Nneka tem um visual bacana e uma voz idem; seu "Victim of Truth" (2006) foi considerado pelo britânico "Sunday Times" "tão bom quanto 'The Miseducation of Lauryn Hill'" e seu novo álbum, "No Longer at Ease", saiu no fim de abril. É uma moça a ser escutada com atenção - eu, sinceramente, não conhecia, mas gostei do que ouvi. Abaixo, uma amostra do talento de Nneka:
Conhece a capa (e contracapa) aí de cima? São do lendário "Verses", o disco perdido dos Beatles, gravado secretamente em 1975, a partir de uma aposta/brincadeira do quarteto: a de que George e Ringo formariam uma dupla de compositores ainda melhor do que Lennon & McCartney; para tirar a dúvida, cada uma das duplas compôs meia dúzia de canções e dividiram os dois lados do disco.
Ok, na verdade isso não aconteceu (daí o "lendário"). "Verses" faz parte de um projeto/exibição sensacional, "Lost Masters", do artista Max Lowry - que escreveu um texto no "Observer Music Monthly" deste mês mostrando sua idéia.
"Centrada no conceito de 9 álbums 'perdidos' de alguns dos maiores nomes da história da música popular, incluindo os Beatles, Elvis Presley, Madonna, Prince e Jimi Hendrix, 'Lost Masters' apresenta uma ilusão divertida e intrigante, um momento do tipo 'e se isso realmente aconteceu?'. É um ambiente em que colaborações imaginárias entre alguns dos artistas mais amados do mundo ganham vida."
Se você não vai poder passar na Selfridges em Londres para conferir a brincadeira ao vivo, pode pelo menos juntar-se a ela no site, que permite que você crie sua própria obra-prima perdida (e, aparentemente, vai haver um concurso em algum momento).
Por Marcelo Ninio, correspondente da Folha em Genebra
Enviado especial a Montreux Quincy Jones anda se aconselhando com seu velho amigo Gilberto Gil. O assunto não é música mas política: o premiado produtor musical norte-americano está obcecado com a idéia de criar um Ministério da Cultura em seu país.
"Parece inacreditável, mas os Estados Unidos não têm um", diz Jones, sentado à vontade num sofá de couro ao lado do criador e diretor do Festival de Jazz de Montreux, Claude Nobs. "Espero que com Barack Obama isso mude. Os americanos estão crescendo sem conhecer sua história cultural".
O encontro entre Jones e Gil aconteceu no último sábado, nos bastidores da tradicional noite brasileira do Festival de Jazz de Montreux. Além do músico baiano a noite teve apresentações de Mart’nália e Elba Ramalho. Para Quincy Jones, foi uma chance de aprender algumas lições com o músico-ministro brasileiro. "Gil tem muito a ensinar, nas duas áreas", disse Jones à Folha, emendando com sotaque carregado: "Beleza pura".
Grande homenageado deste ano em Montreux, Jones recebeu ontem um tributo a seus 75 anos num megashow com a participação de mais de 30 estrelas da música que já trabalharam com ele, do pianista Herbie Hancock ao cantor Al Jarreau. Do Brasil só havia o percussionista Paulinho da Costa, mas Jones garante que a influência do país é fundamental em seu trabalho.
"A música brasileira é como uma dose diária de Ômega 3", brinca Jones, que cita Jorge Ben, Chico Buarque, Milton Nascimento e Elis Regina entre os artistas que nunca deixa de ouvir. O músico e arranjador americano está produzindo um documentário em parceria com Gil sobre o Carnaval brasileiro, chamado "Soul Brazil". É apenas um dos muitos projetos aos quais ele está se dedicando no momento.
"Estou fazendo nove filmes e três discos, e continuo me divertindo muito", diz Jones. Entre seus projetos está o CD do ator Joe Pesci, que ficou conhecido no cinema por papéis violentos em filmes sobre a máfia. "Ele é um cantor de jazz extraordinário. As pessoas vão ficar de boca aberta."
Mesmo com tanto trabalho na área musical, Jones afirma que sua prioridade é promover a idéia de que os Estados Unidos precisam de uma secretaria (ministério) da Cultura. "Está no topo de minhas prioridades no momento. Os jovens de hoje não sabem quem foi Duke Ellington e Charlie Parker", reclama Jones, que fez arranjos para os dois ícones do jazz americano no início de sua carreira. "Precisamos de uma secretaria das Artes, que também envolva o sistema escolar público".
Os EUA não têm um Ministério da Cultura, mas um conselho rotativo, o National Endowment for the Arts, constituído por artistas e intelectuais. Indagado se gostaria de seguir os passos do amigo brasileiro e se tornar ministro caso a pasta da Cultura seja criada nos EUA, Jones solta uma gargalhada. "Não sou candidato a nada, mas certamente quero estar associado ao projeto".
Jones pretende conversar sobre o assunto com Barack Obama, e vê boas chances de o projeto ser aceito caso o candidato democrata à Casa Branca vença as eleições de novembro. E solta mais uma gargalhada quando é chamado de "Obama da música", por ser considerado uma ponte entre a América branca e a negra, assim como o político democrata. "É um grande elogio", afirma.
Produtor do lendário disco "Thriller", que alçou Michael Jackson ao status de ícone pop em escala planetária, Jones afasta os rumores de que voltará a trabalhar com o cantor, mas diz que não pretende diminuir o ritmo de trabalho. "A aposentadoria não está em meus planos", diz o septuagenário produtor, ganhador de 27 Grammys. "Ainda tenho muito a fazer."
Em homenagem ao Anima Mundi, que começa hoje no Rio (e vem pra São Paulo dia 23/7), um encontro da Aardman com a Hanna Barbera. E, no festival, não percam "Princess"!
Não li ainda esta nova revista de quadrinhos, "Subversos", mas o projeto soa bem interessante: "A revista é p/b, 48 páginas e tem como temática única o Cotidiano Urbano. Conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo, por isso conseguiremos distribui-la gratuitamente em diversos pontos da cidade", me disse o editor, Alexandre Ferrerira.
No blog da revista descobre-se que serão mais de 2.000 exemplares distribuídos gratuitamente e que os autores participantes foram selecionados num concurso aberto. O lançamento é hoje (sexta, 11/7), na HQ Mix.
Rio de Janeiro, 09 de julho de 2008 – Os grupos norte-americanos Gogol Bordello, MGMT e The National, a renomada compositora e pianista de jazz Carla Bley, a revelação do jazz Esperanza Spalding e um dos papas do britpop, o cantor, compositor e instrumentista Paul Weller são as novas atrações confirmadas para o TIM Festival 2008. Com estes, já somam dez os nomes fechados para a edição deste ano. Os anteriores foram a lenda-viva do sax tenor Sonny Rollins, a cantora de jazz Stacey Kent e as bandas indieKlaxons e The Gossip, da vocalista Beth Ditto.
Surgida em Nova Iorque em 1999, a banda Gogol Bordello faz uma mistura de ritmos tão variada quanto as origens de seus integrantes. A formação cosmopolita do grupo vai do ucraniano Eugene Hütz (voz, violão e percussão) ao japonês-romeno Stevhen Iancu (acordeon), passando pelo russo Sergey Ryabtsev (violino e vocais), o israelense Oren Kaplan (guitarra e vocais), o etíope Thomas Gobena (baixo e vocais), o norte-americano Eliot Ferguson (bateria e vocais), a tailandesa-americana Pamela Jintana Racine e a sino-escocêsa Elizabeth Sun (percussão, vocais e dança). Com cinco discos lançados – Super Taranta, de 2007, é o mais recente –, o grupo mescla música cigana com punk rock, dub e, ao vivo, é conhecido por suas performances vigorosas e teatrais. O apresentador e comediante inglês Phill Jupitus resumiu a impressão que teve da banda em uma frase: “É um pouco como o The Clash e o The Pogues tendo uma briga”.
Originalmente conhecido como The Management, a banda indie nova-iorquina MGMT, formada pela dupla Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden, aposta em sonoridades retrô como o pop-psicodélico, eletro-rock e dance music. Criado no final de 2001 pelos então colegas da universidade Wesleyan, em Connecticut, o duo chamou a atenção do público e da crítica a partir das muitas turnês realizadas para o lançamento do EP Time to pretend, em 2005, em que abriam shows para o grupo Of Montreal. Dois anos depois lançaram o primeiro álbum, Oracular Spectacular, que chegou à décima-segunda posição nas paradas britânicas e ao primeiro lugar na parada Top Hearseekers da Billboard, onde aparecem os artistas emergentes.
Também nova-iorquino, o grupo The National é liderado pelo barítono Matt Berninger. A banda de indie-rock criada em 1999 conta ainda com dois pares de irmãos: Aaron (baixo) e Bryce Dressner (guitarra) e Bryan (bateria) e Scott Devendorf (guitarra). Em 2001, lançaram o primeiro disco, que levava o nome do grupo. Seguiram-se Sad songs for dirty lovers, em 2003, e os EPs Cherry tree, em 2004, e Alligator, em 2005. No ano passado, lançaram Boxer, puxado pelas faixas Fake empire, Slow show e Mistaken for Strangers.
Do outro lado dos EUA vem a pianista de jazz Carla Bley. Aos 72 anos, a compositora e instrumentista californiana é uma referência dentro do estilo. Ganhadora de diversos prêmios e honrarias, como o Oscar du Disque de Jazz, o Guggenheim Fellowship, o Prix Jazz Moderne (conferido pela Academia Francesa de Jazz) e eleita melhor compositora pela renomada revista Downbeat, Carla foi ainda figura importante e pioneira no desenvolvimento de selos independentes, dirigidos pelos próprios artistas. Entre os diversos músicos com quem trabalhou estão Charlie Haden, Phil Woods, Jack Bruce, George Russel, Art Farmer, Robert Wyatt e Nick Mason, baterista do Pink Floyd. Nascida Carla Borg, começou a estudar piano ainda criança, com o próprio pai, Emil Borg. Adolescente, mudou-se para Nova Iorque, onde conheceu o também pianista Paul Bley, com quem teve um breve casamento. Depois de passar um período na Califórnia natal, retorna novamente a Nova Iorque e conhece o compositor Michael Mantler, com quem mais tarde se casa e forma o grupo The Jazz Composer’s Orchestra. Com ele tem, em 1966, sua única filha, Karen. Com letras de Paul Haines, lança em 1971 uma de suas mais importantes obras, a operística Escalator over the hill, vencedora do Oscar du Disque. Seu mais recente trabalho, The Last Chords find Paolo Fresu, lançado em 2007, é o seu 27º álbum.
Em turnê mundial de lançamento de seu segundo disco, Esperanza, a compositora, cantora e contra-baixista norte-americana Esperanza Spalding, de apenas 23 anos, chega ao Brasil em outubro trazendo sua mistura de jazz tradicional com soul, pop e world music. Da infância em Portland, Oregon, aos estudos na Berklee College of Music, sua história é pontuada pela precocidade. Tocou violino clássico dos 5 aos 15 anos em uma orquestra de câmera de sua cidade natal até começar a flertar com ritmos populares como rap, r&b, rock e soul. Atravessou o país de costa a costa até Boston, onde ingressou na conceituada Berklee com apenas 16 anos de idade. Após quatro anos de estudos, tornou-se a mais jovem professora da história da escola. Ainda em 2005, lançou seu álbum de estréia, Junjo. Antes mesmo de se formar, participou de turnês ou gravou com grandes nomes da música como Joe Lovano, Pat Metheny, Stanley Clarke e Patti Austin. Fã entusiasta da música brasileira, Esperanza reservou nada menos que as faixas de abertura e fechamento do disco respectivamente para Ponta de Areia (Milton Nascimento / Fernando Brant) e Samba em prelúdio (Baden Powell / Vinicius de Moraes), ambas cantadas em português. O disco traz ainda composições próprias como Fall in e standards do jazz como Body and Soul, este transformado em Cuerpo Y Alma, na versão espanhola feita para o disco.
Compositor, cantor e multi-instrumentista (guitarra, piano, baixo e violoncelo), o inglês Paul Weller é um dos principais nomes da música pop britânica. Em meados da década de 70, em plena eclosão do movimento punk capitaneado por The Clash e Sex Pistols, Paul liderou uma das bandas pop mais influentes dos anos 80: The Jam (1976-1982). Mais tarde, entre 1983 e 1989, formou a igualmente bem-sucedida Style Council, um duo com o pianista e compositor Mick Talbot. Com o The Jam, atingiu o topo das paradas em 1980, com o singleGoing Underground. Seguiram-se outros primeiros lugares com Start! e com Town called Malice, canção que anos depois conseguiu renovada repercussão ao integrar a trilha de Billy Elliot (2001). O sucesso avassalador na Grã-Bretanha levou o grupo a emplacar duas músicas (Town called Malice e Precious) na mesma edição do programa da BBC Top of the Pops, feito até aquele momento só alcançado pelos Beatles. O último single antes do término da banda, Beat surrender, chegou ao primeiro lugar da parada britânica na primeira semana de lançamento, fato raro para a época. Os shows de despedida lotaram todas as noites o Wembley Arena e depois o Brighton Centre, em dezembro de 1982. Com letras quase sempre politizadas, assim como o The Jam, o Style Council se engajou em diversos movimentos, apresentando-se em grandes eventos beneficentes como Live Aid, no estádio de Wembley, em 1985, e integrando a Band Aid, formada por estrelas da época para gravar a canção Do They Know it’s Christmas?. O grupo emplacou hits, inclusive nos EUA e Austrália, comoMy ever changing moods, You’re the best thing e Shout to the top. Com o fim do grupo em 1989, Weller deu início, alguns anos mais tarde, à sua carreira solo. No começo dos anos 90, integrou o movimento Britpop, que revelou grupos como Oasis e Blur. Em 1995, lança seu terceiro álbum solo, Stanley Road, que o leva novamente ao topo das paradas britânicas e se torna um de seus discos de maior vendagem. A declarada admiração do Oasis pelo extinto The Jam se materializa na participação do guitarrista Noel Gallagher em I walked on gilded splinters. Já Paul Weller empresta guitarra e voz na faixa Champagne Supernova, do Oasis. Seu mais recente trabalho, 22 Dreams, lançado este ano, é o nono disco solo, com o qual tem excursionado pelo mundo.
Agendado mais uma vez para a segunda quinzena de outubro, o TIM Festival acontece este ano nos mesmos locais do ano passado tanto no Rio de Janeiro como em Vitória – a Marina da Glória e o Teatro UFES, respectivamente. Já em São Paulohaverá algumas mudanças, que serão anunciadas em breve.
Noitada terça-feira, coisa de profissional - um dos motivos por que eu gosto de São Paulo (e de Londres). Alexandre Matias, amigo da casa, manda chamar:
Gente Bonita + Popscene @ Glória Mashup de festas! DJs: Luciano Kalatalo & Alexandre Matias (Gente Bonita Clima de Paquera), Flávia Durante & Hector Lima (Popscene), Marcelo Fubah, Pomada e Fabrício Miranda (Funhell) e Miss Má Terça, dia 8 de julho de 2008 23h59 Local: Rua 13 de Maio, 830 - Bela Vista Preço: R$ 25 (porta) ou R$ 10 (se cadastrando na lista de descontos) Possui serviço de valet: R$ 12,00 Capacidade: 500 pessoas
Sobre sua vida pessoal, sabe-se que o nome é Claudio, que ele tem 28 anos e que mora a quatro quadras do parque Antarctica, o estádio do Palmeiras, em Perdizes (São Paulo). Há pouco tempo, passou a ser conhecido fora do país, sob o nome Babe, Terror. A dica veio do Dago, que topou com Babe, Terror pelo site do Sasha Frere-Jones, da revista "New Yorker". O fato é que Frere-Jones usou o Animal Collective como parâmetro para descrever a música do Babe, Terror. Ou seja: sons construídos de forma aparentemente descontínua, longe do padrão pop estrofe-refrão. Babe, Terror usa elementos diversos (pequenos barulhos, efeitos, palmas, batuques em mesa etc) para compor suas canções, que são ao mesmo tempo lo-fi e ricas em detalhes. Após sair no Sasha Frere-Jones, o músico ganhou menção no Pitchfork, que colocou link para o "hit" "Nasa Goodbye".
No My Space, além de "Nasa Goodbye", há outras três canções do "Animal Collective de Perdizes".
Junho/julho foi um grande meio de ano para as HQs. Li três muito boas e tem pelo menos mais uma a ler, da qual eu espero que mantenha o nível. A elas:
"Os Leões de Bagdá": pra quem conhece BrianK. Vaughan, discípulo de Alan Moore e um dos melhores quadrinistas da nova geração, não é nem preciso recomendar esta HQ; se você nunca leu nada dele, este é um excelente ponto de partida, uma história tão divertida quanto tocante, protagonizada por animais falantes e baseada em acontecimentos reais da Guerra do Iraque; muito bem ilustrada pelo canadense Niko Henrichon, é a melhor HQ que eu li em 2008
"Chibata!": outro ótimo ponto de partida para uma HQ (a histórica Revolta da Chibata, de 1910, um dos episódios mais heróicos de luta contra a injustiça neste país); Olinto Gadelha (texto) e Hemeterio (arte) contam a história do marinheiro João Cândido, o "mestre-sala dos mares" da música de João Bosco e Aldir Blanc; é uma história de orgulho e de vergonha, que Olinto conta com idas e voltas no tempo
"Local - Ponto de Partida": Outro Brian (Wood) conta aqui uma saga, que vai passando por diversos estilos de narração e diversas cidades dos EUA, tendo como guia a menina Megan, que está em fuga e sem rumo. O álbum reúne as seis primeiras histórias da série e traz, após cada uma delas, textos explicativos do autor e do desenhista Ryan Kelly, além de uma lista de músicas para ouvir com cada capítulo.
A que eu ainda vou ler, mas que vem de uma saga recomendável, é "Os Mortos-Vivos: Segurança Atrás das Grades"; terceiro volume de uma série de horror que começou muito bem com "Dias Passados"; dos melhores quadrinhos de horror que eu li nos últimos anos, pau a pau com a série "30 Dias de Noite"
Sobre "Getz/Gilberto" e a gravação de "Garota de Ipanema", em 1963 (págs. 151 a 153): "Durante a gravação de 'Getz/Gilberto', baixou uma energia indescritível na sala - uma paz que deixou todos nós felizes. A maior surpresa de todas foi a forma com que a mais famosa versão de 'Garota de Ipanema' - cantada pela mulher de João, Astrud Gilberto - veio a ser executada e gravada, e a rapidez com que ela se popularizou. (...) Pelo que me lembro, Norman Gimbel chegou ao estúdio por volta de dez da noite, trazendo a letra da música. Creed [Taylor, produtor da Verve Records] passou os olhos na letra e disse: 'Puxa, seria legal mandar esta canção para Sarah Vaughan'. João tinha insinuado que Astrud talvez cantasse a canção, e nós poderíamos gravá-la como uma demo e enviá-la a Sarah. Eu nem sabia que Astrud cantava; ela ficava sempre sentada, quieta, num canto do estúdio, enquanto o marido e seu grupo gravavam o disco. Astrud era uma pessoa muito doce, e sua versão de 'Garota de Ipanema' veio a ser a demo mais encantadora que eu já ouvira. (...) Eu cortei um disco e enviei 'Garota de Ipanema', interpretada por Astrud, a Quincy Jones, e fiquei surpreso ao saber depois que Sarah Vaughan tinha se negado a gravar a canção. Mas fiquei muito feliz quando soube que a Verve decidira colocar a versão de Astrud no verso de um single de Stan Getz - 'Blowin' in the Wind' (...). A gravação de Astrud teria ficado no anonimato se não fosse pelo DJ de uma pequena estação de rádio em Columbus, Ohio, que, durante o programa, virou o disco e tocou o lado B. Em poucas semanas, as estações de rádio no país inteiro também passaram a tocar a música, e 'Garota de Ipanema' chegou ao número 5 nas paradas de sucesso. Além disso, representou o momento de definição da música brasileira - no Brasil e nos EUA. O álbum 'Getz/Gilberto' - que, a princípio, fora arquivado em decorrência do efeito arrasador que teve o aparecimento dos Beatles - alcançou o número 2 e ficou nas paradas de sucesso por dois anos."
Sobre a gravação de "Blood on the Tracks", de Dylan (1974): "Eu já havia participado de turnês de Bob Dylan e gravado Bob e The Band em 1974, mas 'Blood on the Tracks' foi o primeiro e único álbum de Dylan que eu gravei no estúdio. Como muitos de seus fãs, eu sentia grande admiração pelo talento de Bob e respeito por sua postura polida e distante. (...) Era evidente que este álbum trataria de questões pessoais. Bob estava se separando; estava frágil emocionalmente e numa encruzilhada, do ponto de vista criativo. (...) Não parecia haver muito planejamento da parte dele, mas isso não me aborreceu. Se você entende quem Dylan é e sobre o que é a sua música, sabe que ele vai para o estúdio com o que chamo de 'espontaneidade preparada'. Nunca se sabe bem o que Bob vai tocar, ou em que tom ele vai tocar. Dylan não gosta de fazer overdubs, e então você acaba se adaptando a isso. (...) Bem, você tem que entender que Bob Dylan é um pouco excêntrico: ele entra no estúdio e já começa a tocar. E só se concentra na música. (...) A sessão não tinha organização nenhuma, não se tinha a sensação de que ele estava sendo orientado ou limitado por alguém ou alguma coisa. (...) Eu percebia que a liberdade com que Bob interrompia e recomeçava uma canção, sem ficar atento ao trecho em que entraria determinado verso ou refrão, agitava os músicos, que esperavam uma colaboração mais centrada. Mas é assim que Dylan cria - o que importa é o fluxo de seu pensamento. Nessas sessões, as canções emanavam dele como se fosse uma só. Bob começava a cantar uma canção, passava para uma segunda sem nenhum aviso, mudava para uma terceira no meio do caminho, e de repente voltava para a primeira. Era raro Bob tocar qualquer música duas vezes da mesma maneira, o que podia ser desnorteante se você não estivesse acostumado a isso."
Depois do guitarrista Tom Morello e seu ótimo projeto solo The Nightwatchman, é a vez do vocalista do Rage Against the Machine (Zack, na foto de Eric Nowels aí acima, direto da "Spin") mostrar o que faz fora da banda: One Day As a Lion vem aí - o que não deve colaborar para aumentar as chances de vermos a banda no Brasil, infelizmente...
Da série "Se estiver faltando tema pra sua monografia...":
Notícia da Associated Press informa que canções pop têm substituído os hinos religiosos nos enterros modernos; no maior cemitério de Adelaide (Austrália), "My Way", de Frank Sinatra, e "Wonderful World", de Louis Armstrong, lideram o top 10 de músicas mais tocadas na hora da despedida. Fora do top 10, mas dignos de registro, estão pedidos como "Highway to Hell" (AC/DC), "Stairway to Heaven" (Led Zeppelin), "Hit the Road Jack" (Ray Charles) e "Another One Bites the Dust" (Queen). Sério, se eu escuto qualquer uma dessas quatro num enterro, eu morro de rir. Já pensou? "And don't you come back no more, no more, no more...".
Outra notícia, do "NY Times", informa os compositores mais citados em sentenças judiciais nos EUA: em primeiro, Bob Dylan (em 26 sentenças), depois Paul Simon (12), Bruce Springsteen (5), os Rolling Stones (4), os Beatles (3) e o Grateful Dead (2). Quem coletou os dados foi um professor da Universidade do Tennessee, Alex B. Long, cujo trabalho está disponível online.
Sexta tem Gui Fest no Studio SP (r. Augusta, 591). Começa as 21h30, com a dupla National. Às 22h30, o folk torto do Mowgli! and the Robot Affair. Até esse horário, não paga nada pra entrar. A partir das 23h30, o ingresso custa R$ 15 e a noite continua com Constantina, Contra Fluxo e Do Amor.
Também na sexta, Misstress Barbara e o francês Oxia se apresentam no Clash (r. Barra Funda, 969; de R$ 20 a R$ 40)
No sábado, o produtor Metope toca no Clash (r. Barra Funda, 969; de R$ 35 a R$ 50), em noite que terá ainda Renato Cohen e Magal.
O D-Edge (al. Olga, 170; de R$ 30 a R$ 50) tem live da dupla alemã de minimal Extrawelt.
O Vegas (r. Augusta, 765; R$ 20) tem a sempre divertida Discology vs Quebrada, com Camilo Rocha, Claudia Assef e Alex S.
Thiago Ney, 35, trabalhou no Notícias Populares entre 1997 e 2000. Está no caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, desde 2001.
Marco Aurélio Canônico, 31, está na Folha de S.Paulo desde 2005. Foi repórter da Ilustrada, correspondente da Folha em Londres e, desde fevereiro de 2009, edita o Folhateen
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