Ilustrada no Pop

 

 

Will.i.am e a parceria com o rei do pop

Por Cristina Fibe

Em abril, quando a Folha entrevistou Will.i.am, do Black Eyed Peas, para o lançamento de "Wolverine", por acaso o assunto da conversa de 20 minutos virou Michael Jackson.

Em 2006, Will.i.am gravou com ele duas faixas para o disco de 25 anos de "Thriller" (2008); desde então, os dois viraram amigos de infância.

Frequentaram a casa um do outro e compuseram músicas ainda inéditas, parte de um CD que, embora pronto, ficou na gaveta até a morte do astro (dizem que ele tinha medo da reação do público). Ainda não se sabe se algum dia o disco "hip hop" sairá. A história está na Ilustrada de hoje (para assinantes).

Abaixo, em inglês, três trechos da conversa em que Will.i.am imita o rei do pop para contar que colheram maçãs juntos, que testemunhou a lenda aquecendo a voz por três horas para cantar por cinco minutos e que só depois dos primeiros encontros, em um show em Las Vegas, Michael "descobriu" que o produtor sabia fazer rap:

Entrevista Will.i.am: Colhendo maçãs com Michael Jackson

Entrevista Will.i.am: Três horas de 'mi mi mi'

Entrevista Will.i.am: 'Oh, rats! Preciso colocar as crianças para dormir'

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 18h00

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Beck x Velvet Underground, Killers x Dire Straits

1) O Killers diz ao NME que seu próximo álbum vai ser de covers; num vídeo não relacionado, eles fazem uma versão interessante pra "Romeo and Juliet", do Dire Straits:

 

 2) Beck, desde a semana passada, vem fazendo uma versão faixa a faixa (uma por semana) de "The Velvet Underground & Nico"; a primeira foi "Sunday Morning", a segunda, "Waiting for the Man" - nenhuma me impressionou, em comparação com as originais, mas você pode conferir por si mesmo:

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 02h15

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Música e ele

Como já mostramos antes, a gente gosta de Michael Jackson. Conversando rapidamente aqui na Redação (vocês podem imaginar a loucura que fica o jornal quando cai uma bomba dessas, vinda do nada), eu e Thiago concordamos (e olha que isso é raro) inclusive na opinião sobre o tamanho da estrela: era o maior astro pop de todos os tempos. 

Lamento muito não tê-lo visto em ação (nem lembro por que não fui ao show em São Paulo, talvez porque ainda não tivesse autonomia suficiente pra sair do Rio pra cá para assistir) e, mesmo sem esperança de que ele voltasse ao glorioso patamar em que já esteve, eu assistiria a um show dele se tivesse a chance - até tentei ir cobrir esses de Londres, mas não ia rolar (mas o Thiago estava com passagem marcada pra ir lá ver).

Enfim, pode-se falar muito sobre o sujeito, tanto bem quanto mal, e certamente vai-se falar muito nos próximos dias. Por aqui, fica a canção que eu sempre achei que melhor representava ele, se não em termos melódicos, certamente na letra, que é simples, mas vai ao ponto - "Music and Me". Ele gravou em 1973, quando tinha só 14 anos - e já estava em seu terceiro disco solo, pro caso de alguém ter esquecido quão cedo ele começou. O vídeo abaixo é de uma apresentação ao vivo, quando ele já era um tanto mais velho - a gravação não é tão bacana quanto a original, mas pelo menos ele aparece cantando.

Music and me

We've been together for such a long time now
Music, music and me
Don't care whether all our songs rhyme
Now music, music and me

Only know wherever I go
We're as close as two friends can be
There have been others
But never two lovers
Like music, music and me

Grab a song and come along
You can sing your melody
In your mind you will find
A world of sweet harmony

Birds of a feather will fly together
Now music, music and me
Music and me

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 22h29

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Notícia do mundo

O Google Books colocou on-line a coleção do "Weekly World News" de 1981 a 2007. Tem histórias sensacionais, como a do jornalista que foi comido por um dinossauro no Brasil!

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 14h26

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When I'm 666

Se você achava que o incrível sucesso dos Beatles tinha alguma relação com talento, trabalho duro, sorte ou uma combinação dos três, você se enganou. Foi tudo obra do diabo.

E não se esqueça que quem deu o tiro não foi Mark Chapman, mas Stephen King!

Via Metafilter.

Escrito por Thiago Ney às 19h56

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Imagem do Dia

O melhor jeito de comer pizza. Katy Perry ensina.

Daqui.

Escrito por Thiago Ney às 15h46

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Mixando Bruce Lee

Simples, eficiente e matador... como o próprio Bruce!

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 19h21

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Music for Men

"Music for Men", o novo do Gossip, está tocando por aí, mas eu não estou conseguindo ouvir. Só consegui ver o clipe de "Heavy Cross".

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 17h24

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Dark Night of the Soul

http://www.dnots.com/
 
Ouvi hoje o novo projeto do Danger Mouse, "Dark Night of the Soul", que consiste de um álbum feito por ele + o Sparklehorse + uma penca de convidados de alto calibre (Black Francis, Julian Casablancas, Iggy Pop, Nina Persson, Flaming Lips etc.) e um livro com fotos do David Lynch.
Como ele diz no site do projeto, "devido a uma disputa em andamento com a EMI, Danger Mouse não pode lançar a música gravada para 'Dark Night of the Soul' sem temer um processo por parte da EMI". Assim sendo, ele vai lançar o livro com as fotos do Lynch acompanhado de um CD-R em branco, com a recomendação "use como você quiser".
Ele prossegue, no site: "Danger Mouse continua extremamente orgulhoso de 'Dark Night of the Soul' e espera que as pessoas com sorte o suficiente para ouvir as músicas, por quaisquer meios, fiquem tão excitadas com elas quanto ele está".
Bom, um lugar para ouvir o álbum inteiro - na sequência ou faixa a faixa - é no site da NPR (que foi onde eu acabei de ouvir).
Gostei muito de "Jaykub" (com Jason Lytle), "Daddy's Gone" (com a Nina Persson), "Insane Lullaby" (com James Mercer, do Shins) e, um pouco abaixo, de "Little Girl" (com o Julian Casablancas).  

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 19h01

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Jay Z + The Cure

Ficou bacana isso.

 

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 14h08

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Apertando o cerco contra o download

“Meu objetivo é desenvolver um consenso internacional sobre downloads ilegais."

A frase é de Andy Burnham, ministro da cultura britânico. Foi proferida na semana passada, numa coletiva de imprensa. 

“Estamos particularmente interessados em envolver o governo dos EUA e chegar a um consenso e a um acordo sobre a melhor maneira de tratar desse tema nos próximos cinco anos.”

Ele também disse que não quer "criminalizar jovens que se acostumaram a curtir música de forma diferente". O texto original está no site da Variety.

Agora, sente o clima: o Pirate Bay foi julgado e condenado (ainda que, ao que tudo indica, por um juiz sem isenção para julgar; e o site vai recorrer); o Mininova, pra tentar evitar desfecho semelhante, já começou a se policiar antes do julgamento. E, na França, o marido da Carla Bruni passou a lei do "três flagras e você tá fora".

No Brasil, este ano marcou uma mudança na política de combate à pirataria: até agora, a pirataria física (dos camelôs, jukeboxes ilegais etc.) era a que mais preocupava, a pirataria de internet era considerada irrelevante. Mas, agora, o combate na internet está se acirrando - e, o que é pior, pouca gente está prestando atenção, em parte porque a indústria (gravadoras, estúdios, provedores) e os políticos estão começando a se mexer discretamente.

Atentem para este projeto de lei do deputado Bispo Gê Tenuta (DEM-SP). Ele "cria penalidades civis para a baixa, download ou compartilhamento de arquivos eletrônicos na Internet, que contenham obras artísticas ou técnicas protegidas por direitos de propriedade intelectual, sem autorização dos legítimos titulares das obras."

O projeto de lei prevê que os provedores de acesso vigiem os downloads e, no caso de download ilegal, punam os usuários, em quatro etapas! Na quarta reincidência, "o provedor de acesso cancelará em definitivo o contrato de fornecimento de acesso à Internet do usuário".

Como me disse uma pessoa bem informada, é "a lei Hadopi no Brasil". É claro que vários detalhes disso tudo são bem discutíveis (a eficácia deste método de "caçar" piratas, as chances de aprovação desse PL na Câmara e no Senado etc.). De qualquer modo, fato é que, se os consumidores não ficarem atentos, vão acabar entrando nessa discussão só quando ela já estiver decidida.

Pra acabar com uma outra aspa, também vinda da Inglaterra, eis o raciocínio de Charles Dunstone, chefão da Carphone Warehouse (telecom e provedora de acesso), em matéria do "Guardian"

"Se você usar redutores de velocidade ou disconectar as redes peer-to-peer, as pessoas simplesmente irão disfarçar seu tráfego on-line ou encontrar outra maneira de compartilhar conteúdo. É um jogo de Tom e Jerry, e você nunca vai pegar o rato. O rato vai sempre vencer essa batalha, e precisamos ter cuidado para que os políticos não sejam levados a criar leis que, no fim das contas, vão parecer estúpidas."

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 13h31

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Attitude goes a long way

O sujeito começa sozinho, mas a persistência rende. Doidos e gente pilhada do mundo, uni-vos (ao som de Santogold)!.

Escrito por Marco Aurélio Canônico às 00h05

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Ilustrada no Pop é uma extensão da cobertura do caderno Ilustrada da Folha.

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