Ilustrada no Pop

 

 

Kanye West progressivo

Um dos principais nomes do rap (e do pop), o polêmico Kanye West foi buscar no King Crimson inspiração para sua nova música.

Em "Power", Kanye sampleia "21st Century Schizoid Man", faixa do primeiro disco do King Crimson.

Além disso, em "Power" Kanye sacaneia o "Saturday Night Live": "Fuck 'SNL' and the whole cast", diz ele, na letra.

Dá pra ouvir "Power" por aqui. Abaixo, a faixa do King Crimson.

Escrito por Thiago Ney às 14h30

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Arcade Fire sujo e rápido

Adorei "Month of May", uma das duas faixas novas do Arcade Fire.

É tipo Arcade Fire-encontra-Stooges ou Arcade Fire-após-tomar-28-energéticos-48-cafés-e-12-ritalinas.

Abaixo, "Month of May". Depois, a outra nova, "The Suburbs" (esta mais pop, 60s).

"The Suburbs"

Escrito por Thiago Ney às 13h18

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Miami quente

E chegou o vídeo de "Miami", segundo single do maravilhoso segundo disco do Foals, "Total Live Forever".

O clipe é, bem, quente e musculoso.

Vi no IM//UR.

Escrito por Thiago Ney às 18h06

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Órfãos da Virada

Texto que saiu em coluna na Ilustrada nesta quarta.

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Pode-se considerar que a Virada Cultural atingiu seu principal objetivo. Entre o sábado e o domingo da semana passada, levou cerca de 4 milhões de pessoas às ruas de São Paulo (principalmente às ruas da região central da cidade).
Povoar o Centro de São Paulo é a maior meta desse evento. E, neste ano, muita gente que não fazia ideia de como era a praça Júlio Prestes, que nunca havia passado pelo largo do Arouche, que conhecia a Cracolândia apenas pelas páginas (e sites) policiais, se animou a desbravar esse novo mundo.
O problema é: e como ficam os outros 363 dias do ano?
Bastou desmontarem e levarem embora os palcos que receberam bandas e artistas para que, já na noite de domingo, o Centro voltasse à normalidade: montanhas de lixo se acumulando nas esquinas; grupos de craqueiros tomando as ruas; trombadinhas assaltando carros nos semáforos.

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A Virada Cultural é uma tremenda ideia. A mais bem-sucedida iniciativa da administração tucana na Prefeitura de São Paulo na área cultural _e até petistas reconhecem isso.
Mas a sensação é que a Prefeitura senta nos louros da Virada e esquece que o ano dura um pouquinho mais do que dois dias.
Se a intenção é povoar o Centro, então que ofereça opções para que a população vá ao Centro. Mas não é isso o que acontece.
A região da Augusta, por exemplo, ganhou nova vida graças apenas à iniciativa privada, que abriu na região bares, clubes, salões de cabeleireiros, lojas de roupas etc.
Mas não há, ou não parece haver, uma política da Prefeitura de São Paulo para realmente revitalizar o Centro, com ações e iniciativas reais, relevantes.
O Centro de São Paulo está jogado às traças. Tudo bem. Em maio de 2011, como uma nova edição da Virada Cultural, nós voltamos a caminhar por suas ruas.

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Até esta semana eu nunca tinha ouvido falar em Warpaint. E você? Conheci pela indicação de um leitor (valeu, André!) e, bem, é a minha nova banda favorita.
O Warpaint é um grupo de meninas (quatro), baseadas em Los Angeles. A primeira coisa que vi delas foi o vídeo da ótima “Elephants”.

A música é meio lenta, mas climática, intensa. Lembra bandas como Mazzy Star, Slowdive.
Criam faixas ao mesmo tempo classudas, experimentais, mas com refrãos e clima pop. O que fez o grupo ser elogiado até por Justin Timberlake. E pelo Red Hot Chili Peppers John Frusciante, que mixou o primeiro EP da banda, "Exquisite Corpse", lançado no ano passado.


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A banda já está escalada para o circuito de festivais dos Estados Unidos (como os gigantescos Bonnaroo/ Lollapalooza), fará shows com os elogiados Temper Trap e prepara o lançamento do primeiro disco.
No MySpace do Warpaint dá para ouvir faixas como a linda "Stars", "Burgundy" e "Billie Holiday".

Escrito por Thiago Ney às 13h29

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A nova do Klaxons

O "Chinese Democracy" da new rave está sendo descoberto aos poucos.

Estreou nesta terça, na sempre ótima Radio 1, a maior emissora de rádio britânica, a faixa "Flashover", nova do Klaxons.

O Klaxons, por essa música, troca as pistas por um rock sujo, garageiro.

Veja no vídeo abaixo.

Escrito por Thiago Ney às 18h01

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We Have Band (e humor) em SP

Sem muito alarde, o trio britânico We Have Band está em São Paulo para show único no Hot Hot, nesta terça, em noite promovida pelo Espaço Emme, local de eventos que está para abrir em Pinheiros (a previsão é segunda semana de junho).

Os integrantes da banda se conheceram quando trabalhavam na gravadora EMI. O som é electro-dance-rock, na linha de Rapture, Cut Copy etc. Lançaram o irregular disco "WHB" em abril.

O trio fez remix para "On Melancholy Hill", do Gorillaz, e foram remixados por ninguém menos do que Carl Craig ("Divisive").

A noite começa às 23h. Terá discotecagem do Database e, depois, o show do WHB. Os ingressos custam R$ 50.

O Hot Hot fica na rua Santo Antônio, 570.

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Se você curte charges, quadrinhos e cartuns e está em São Paulo, vale a pena ir ao debate em que participarão os cartunistas Arnaldo Branco, Allan Sieber e André Dahmer.

O bate-papo rola nesta quarta, às 20h, no Sesc Pinheiros. A entrada é gratuita.

O Sesc Pinheiros fica na rua Paes Leme, 195.

Escrito por Thiago Ney às 20h38

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A "coleção de discos" de Mark Ronson

O produtor/músico/DJ Mark Ronson, que, você viu aqui, deve vir ao Creator's Project, em SP, em agosto, já finalizou seu próximo disco.

"Record Collection" terá participações de Q-Tip, Miike Snow, Boy George, Kaiser Chiefs, do tecladista que acompanha o Yeah Yeah Yeahs, entre outros.

O primeiro single, "Bang Bang Bang", iria ser apresentado em rádios britânicas nesta segunda. A boa "Circuit Breaker" já pode ser ouvida via Hype Machine.

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"Dust" é o nome do sétimo disco de Ellen Allien, recém-lançado na Europa.

A alemã sai um pouco do clima tecno/minimal/deep de seus outros álbuns e se aproxima do lúdico ("Flashy Flashy") e de vocais pop ("You", "Sun the Rain"). Ellen sussurra, coloca alguma guitarra, baixos fortes, New Order e cria talvez o seu disco mais bem acabado e forte.

Abaixo, um trecho de "Our Utopie", primeira faixa de "Dust".

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Já ouviu Warpaint? Banda de meninas (são quatro) de Los Angeles que já está assinou com a Rough Trade e está no circuito de festivais americanos (Bonnaroo; Lollapalooza).

Elas fizeram a ótima "Elephants", cujo vídeo você vê abaixo, além da linda "Stars". Se você gosta de Slowdive e Cowboy Junkies, não tem erro.

Escrito por Thiago Ney às 18h53

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O fim de "Lost"

"Lost" acabou. As dúvidas geradas pela série, não.

(Se não quiser spoilers, não leia este post.)

Afinal, O QUE ERA A ILHA???

Esse é, para mim, o mais importante dos enigmas da série que ficaram sem resposta após as duas horas e meia de exibição do último episódio. No Twitter, em blogs e sites, vi muita gente indignada com o encerramento de "Lost". Vi desde reclamações quanto à falta de respostas para os mistérios até críticas à narrativa desse último episódio ("escrito por Manoel Carlos e dirigido por Daniel Filho"; boa, essa) e à "solução" encontrada pelos produtores/roteiristas para explicar o que os personagens faziam na ilha ("estavam todos mortos"; é isso mesmo?).

*****

Não sei quanto a você, mas, para mim, o episódio final de "Lost" era o de menos. O relevante, o essencial, o que fez dessa série um paradigma do entretenimento foram:

1) a maneira como os mistérios foram apresentados (um urso polar numa ilha tropical? Aparição de mortos?);

2) a premissa intrigante de seu roteiro (um avião cai numa ilha; onde está essa ilha? O que é essa ilha?);

3) a forma como a narrativa desenrolava-se (flash forwards; flashbacks; diversos personagens carregando segredos e informações importantes);

4) a costura ágil e esperta feita entre filosofia, religião,  físisca etc.

O legal, o interessante foi como a série caminhou até aqui.

*****

A combinação dos fatores acima fez "Lost" ser consumido não apenas por meio da TV, mas principalmente da internet. A rede ABC colocava o seriado em seu site um dia depois da exibição em TV; sites de torrent eram inundados com os episódios logo após eles irem ao ar nos EUA.

Seus produtores/criadores/roteiristas souberam explorar o conteúdo/mistérios da série e alimentaram a curiosidade de seu público com referências diversas (os seis números, por exemplo) que eram colocadas no próprio seriado e em outros formatos (DVD, site, até nas entrevistas dadas por Damon Lindelof e Carlton Cuse).

Uma boa sacada foi ter determinado um final. Sabíamos que ia durar "apenas" seis temporadas, que não iria se transformar em um "Arquivo X", por exemplo, arrastar-se indefinidamente mistério atrás de mistério.

*****

Estavam todos mortos.

É o que se pode supor após o pai de Jack dizer ao filho, nos minutos finais, que ele estava morto. Como, aparentemente, eles estavam em uma "realidade paralela", imaginamos que após a queda do avião na ilha todos morreram e, a partir de então, estavam numa espécie de purgatório.

Sobre esse ponto, um crítico da "Slate" chegou a citar Johnny Rotten: "Ever feel like you've been cheated?".

Não entendi assim.

Não estavam todos mortos desde o início. A "realidade paralela" era, na verdade, uma "realidade futura". Após a morte de todos os personagens, eles se reencontram em uma espécie de rendição.  Ali, Hugo (que havia substituído Jack como "guardião" da ilha) diz a Ben Linus: "Você foi um grande número dois". Ben: "E você foi um grande número um".

Eles ficaram na ilha; o avião com Sawyer, Kate, Claire etc. deixou a ilha.

*****

Disse acima que gostei da forma como costuraram física, filosofia etc. Mas, ao mesmo tempo, um ponto fraco de "Lost" foi o excesso de "name-dropping", de referências a nomes e a eventos que, no fundo, não tinham a menor relação com o seriado. Chamar um personagem de John Locke, por exemplo, não faz dele um defensor do liuberalismo ou do empirismo. Parece apenas um perfume para dar à série um cheiro cool.

*****

Não sou um aficcionado por "Lost" como o Matias ou o Lúcio (tanto que não gostava de baixar/assistir episódio por episódio; preferia esperar dez ou 12 para poder ver em uma sessão única, em sequência), mas defendo a série como algo que realmente trouxe novidade ao entretenimento.

Faltaram respostas?

Sim. E daí? Deixou-se espaço à imaginação.

O que, afinal, era a ilha? Adoro ler as teorias.

Mas, como diz Damon Lindelof: "Let go. Move on. I will miss it more than I can ever say".

 

Escrito por Thiago Ney às 15h18

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Aqui e ali

Não sei de música mais emocionante e intensa do que "The City Never Sleeps", do Crystal Ark.

Pelo que sei, Crystal Ark é projeto do Gavin Russom, produtor associado à DFA e que já havia feito a ótima "Relevee" (que ganhou remix espetacular do gênio Carl Craig).

Bem, vá por aqui para ouvir "The City Never Sleeps".

*****

O Popload Gig 3, festival que trará Girls e MEN ao país, será feito em São Paulo no novo Comitê, casa para mil pessoas ao lado do Studio SP (e dos mesmos donos). O evento rola no dia 10 de junho. O Comitê receberá ainda a apresentação do Mark Lanegan, em 24 de junho.

*****

Não dava mais nada pro Foals e eles reaparecem com um disco, "Total Live Forever", sensacional.

Vídeo de "This Orient".

*****

Em vez de gastar grana com a "Wallpaper" dedicada ao Brasil (no estilo Brasil-estilizado-pra-gringo-torrar-grana, manja?), compre a "piauí" deste mês. Vale só pelo texto a respeito do clube do Amaury Jr.

Escrito por Thiago Ney às 19h37

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Mudhoney em SP

Até hoje amigos abrem o sorriso quando comentam comigo sobre a euforia que foi o primeiro show do Mudhoney em São Paulo, em fevereiro de 2001.

Não pude ir, não morava em São Paulo, então imagino que deve ter sido parecido com o que senti ao assistir aos Beastie Boys no mesmo Olympia (os BB tocaram no local em 1995).

Vi o Mudhoney anos depois e, claro, o impacto foi menor (as músicas estavam mais velhas, a banda estava mais velha, eu estava mais velho), mas mesmo quando não são a principal atração da noite (como a data em que abriram para o Pearl Jam no Pacaembu), o Mudhoney nos dá um banho de rock and roll puro, raivoso, bem humorado e cheio de energia.

É o que espero encontrar hoje no Clash, quando o grupo de Seattle volta a se apresentar por aqui.

Conversei por telefone com Mark Arm, o vocalista da banda (e funcionário do importante selo Sub Pop) sobre a turnê brasileira (amanhã eles tocam em Mogi das Cruzes e, domingo, em São José do Rio Preto, dentro da Virada Cultural Paulista).

Ele diz que tocará algumas faixas do último álbum do grupo, "The Lucky Ones" (08), misturadas com velhos hits. Espero muito que toquem "Good Enough" (como é incrível essa música...).

O Mudhoney tem feito alguns shows especiais, como aqueles em que tocaram apenas faixas do primeiro disco, "Superfuzz Bigmuff" (88). O disco envelheceu bem?

"Acho que sim, continua sendo um bom manifesto. São apenas seis canções. E quando você tem um disco tão pequeno, é difícil dar errado", brinca Arm.

Perguntei quais foram os pontos altos e baixos do Mudhoney nesses anos. Arm citou uma fase ruim da banda:

"Quando Matt [Lukin, baixista] deixou a banda [logo após o lançamento de "Tomorrow Hit Today", em 98]. Não sabia como iria ficar. Ficamos mais de um ano à deriva", lembra. "Não acho que haja uma grande fase, um ponto alto.
Tivemos um ou dois grandes momentos nesses 22 anos." Mark Arm é modesto.

Ele confessa que ouve pouca coisa nova: "Odeio quando me fazem essa pergunta porque sempre me dá um branco na hora... Deixa eu ver, gosto de Pissed Jeans, Liars".

O que ele curte mesmo é rock clássico: "Recebi um pacote de 'Raw Power' [dos Stooges], com material extra, ao vivo. Vou passar dias ouvindo. E estou obcecado por Stranglers".

Escrito por Thiago Ney às 14h28

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Vice trará Mark Ronson a SP

A Vice, em parceria com a Intel, lançou o Creator's Project, iniciativa que pretende unir músicos, artistas, designers de vários países em eventos distribuídos por cidades como Nova York, Londres, Tóquio, Pequim e São Paulo, entre outras.

Conversei por telefone com Shane Smith, um dos fundadores da Vice e idealizador do projeto. Ele disse que a intenção é que os diversos artistas envolvidos criem obras/músicas conjuntamente ou que dialoguem entre si.

Por exemplo, na primeira festa do projeto, no enorme Milk Studios, em Nova York, haverá ambientes criados pelo brasileiro Muti Randolph, o também brasileiro Emicida fará pequeno show e Spike Jonze e Chris Cunningham exibirão seus novos filmes.

A festa em São Paulo será em 14 de agosto, provavelmente (ainda não está certo) no Museu Brasileiro de Escultura (MuBE). O produtor/músico/DJ Mark Ronson VIRÁ a São Paulo, me disse Shane, para tocar e, negocia-se, trará alguns artistas que trabalharam com ele.

Do Brasil, estão no Creator's Project Alexandre Herchcovitch, CSS, Emicida, Nasa, Muti Randolph, Ricardo Carioba, Amapô, entre outros.

"É um projeto que une música, tecnologia, arte, multimídia", conta Shane. "Pretendemos fazer todos os anos. Em 2011, talvez possamos levar a ideia para além de São Paulo, no Rio, por exemplo."

Nos EUA, especialistas dizem que a iniciativa, se bem-sucedida, poderá servir como um bom canal entre o processo criativo e as novas tecnologias. Será?

Escrito por Thiago Ney às 20h37

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A história do skate no Brasil

Ainda não vi, mas estou curioso para assistir ao documentário "Dirty Money", que pretende esquadrinhar como o skate insiste em sobreviver e crescer num país como o Brasil, desde o início dos anos 90.

O filme, leio, foi feito em parceria entre a revista "CemporcentoSKATE" e a produtora Visual Pleasures. E ganhou patrocínio da NIKE SB.

Exibido em uma sessão nos EUA em abril, "Dirty Money" ganha estreia brasileira na próxima terça (11 de maio), no Mube, em São Paulo, em evento apenas para convidados. Parece que o documentário poderá ser visto na internet daqui a alguns dias.

Dirigido por Ricardo Koraicho e Alexandre Vianna, "Dirty Money" traz imagens da época e entrevistas com gente como Bob Burnquist.

Aqui, o trailer do documentário.

Escrito por Thiago Ney às 21h53

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Múmias no Brasil

Uma das bandas mais cultuadas do rock indie americano, o Mummies finalmente virá ao Brasil.

A banda que se apresenta ao vivo com seus integrantes vestidos como múmias fará shows no Clash (17 de novembro), em São Paulo, e no festival Goiânia Noise (19/11).

Formado no final dos anos 80 em San Francisco, o grupo lançou três LPs (são contra os CDs) no início dos anos 90 e depois desapareceu.

Retornou em 2008, para alguns shows nos EUA e na Europa.

O Mummies segue a melhor tradição do rock garageiro: músicas sujas e diretas, tocadas de forma rápida em dois ou três minutos.

Abaixo, o Mummies ao vivo.

Escrito por Thiago Ney às 21h12

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Ilustrada no Pop é uma extensão da cobertura do caderno Ilustrada da Folha.

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